A Revolução dos Campeões
Um filho e seu pai caminhavam por uma montanha. De repente o menino cai, se machuca e grita:
- Aaaí!!!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha:
- Aaaí!!!
Curioso pergunta:
- Quem é você?
Recebe como resposta?
- Quem é você?
Contrariado grita:
- Seu covarde!
Escuta como resposta:
- Seu covarde!
Olha para o pai e pergunta, aflito:
- O que é isso?
O pai sorri e fala:
- Meu filho, preste atenção.
Então o pai grita em direção a montanha;
- Eu admiro você!
A voz responde:
- Eu admiro você!
De novo, o homem grita:
- Você é um campeão!
A voz responde:
- Você é um campeão!
O menino fica espantado. Não entende,
Então o pai explica:
- As pessoas chamam isso de eco, mas na verdade, isso é a vida. Ela lhe dá de volta tudo o que você diz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo de nossas ações. Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração. Se voc6e quer mais competência da sua equipe, desenvolva a sua própria competência.
O mundo é somente prova da nossa capacidade.
Tanto no plano pessoal quanto profissional e espiritual, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
A nossa empresa somos nós. Sua vida não é uma coincidência, é consequência de você. Tem a sua cara, é exatamente do tamanho de sua visão de mundo.
domingo, fevereiro 18, 2007
sábado, fevereiro 17, 2007
Perfeição
POEMA
Arte de Amar
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Arte de Amar
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Agricultura
Fugindo do campo
Falávamos de agricultura:
_A atividade agrária no mundo_
Uma das mais antigas atividades humanas,
Suas profundas transformações,
Desde a pré-história até os dias de hoje.
Falamos das diversas formas de trabalho no campo:
O trabalho familiar nas pequenas propriedades rurais de subsistência,
O sistema de arrendamento, a parceria,
O recurso dos posseiros, e a esperteza dos grileiros.
Falamos dos tipos de lavouras:
Policultura e monocultura.
Discutimos os problemas,
_ uma série de problemas _
E tudo se enquadra na falta de interesse, vontade política. Lamentável!
Discutimos muito:
Sobre revolução técnico-científica,
De pecuária, latifúndio, emigração e imigração.
Falávamos de muitas coisas!
De épocas:
Idade média,
Costumes, mudanças, escravidão...
O êxodo rural ganhou destaque,
É assunto que não envelhece
É passado, presente, e será sempre, em qualquer tempo,
Assunto atual para discussão.
Nessa pauta cabe tudo
E podemos incluir ao índice a globalização.
Deixando de lado as velhas delongas:
Política, coronelismo, a religião,
É possível discutir horas a fio
_ como fazem os deputados da união _
Quem são os verdadeiros culpados pelo caos da atual situação.
Em alguns lugares ainda se vive como no tempo do feudalismo:
Há famílias vivendo sobe regime de escravidão
Embora rodeada pela burguesia e proletariado
Do sistema capitalista da globalização.
Há famílias que sonham o êxodo sem êxito.
Outras, sem êxito, sonham retornarem-se,
Ou emigrar-se numa longínqua nação.
A professora é ótima,
_ Simpática e sensual, e se chama Flávia! _
Gosta de ensinar, e sabe como prender nossa atenção.
Mas eu paro a meio caminho nessa viagem de peregrinação
Fixo-me na hipótese de Gaia
Na morte da terra
Na morte do sol
Na morte do tempo, sim;
Pois tempo é duração!
A professora me diz algo,
Acha que sou aluno aplicado, e sou;
Mas agora eu estou no congresso _ Eco 92.
Aponto saída para acabar com a miséria das metrópoles e do sertão:
Escolas agrícolas
Mão de obra sustentável _ reforma agrária.
Política de ética e humanização...
Uma saída dessa inércia para um novo começo
Para livrar-nos da vergonha de ser filho desta rica e miserável nação.
Para mim, as nações deviam ser uma família de sobrenome Greem peace.
Bravos guerreiros de atitudes audazes, e amor incondicional à natureza.
Melhor que congressos e congressistas e seus projetos ilusórios, feitos do sangue da alma da natureza e que são engavetados nos restos mortais de árvores centenárias. Quando nos faltar água e o ar, acaso beberemos o vapor do asfalto, comeremos e respiraremos o pó das mobílias e dos imóveis?
Com tanta agressão já feita pelo homem à natureza, só se tem provado uma coisa:
Que a natureza tem um imenso poder de auto-regeneração, e o homem a suga e morre a cada respirar, fôlego a fôlego perde sua essência de identificação; ou seja, a mutabilidade humana é de natureza selvagem, ele se autodestrói visando vida em abundância num futuro que jamais irá vivenciar.
E se plantássemos uma árvore para cada recém-nascido e outra para cada ignorante que morre?
Assim algo útil, louvável, do homem talvez seja eterno, porque o amor e auto-respeito jazem.
Talvez ainda se possa resgatar algo da sabedoria da pré-história como está escrito nos Gênesis: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gên .1-28)
“No suor do teu rosto comerás o pão, até que voltes ao solo, pois dele fostes tomado, porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gên. 1-19.)
Fugindo do campo
Falávamos de agricultura:
_A atividade agrária no mundo_
Uma das mais antigas atividades humanas,
Suas profundas transformações,
Desde a pré-história até os dias de hoje.
Falamos das diversas formas de trabalho no campo:
O trabalho familiar nas pequenas propriedades rurais de subsistência,
O sistema de arrendamento, a parceria,
O recurso dos posseiros, e a esperteza dos grileiros.
Falamos dos tipos de lavouras:
Policultura e monocultura.
Discutimos os problemas,
_ uma série de problemas _
E tudo se enquadra na falta de interesse, vontade política. Lamentável!
Discutimos muito:
Sobre revolução técnico-científica,
De pecuária, latifúndio, emigração e imigração.
Falávamos de muitas coisas!
De épocas:
Idade média,
Costumes, mudanças, escravidão...
O êxodo rural ganhou destaque,
É assunto que não envelhece
É passado, presente, e será sempre, em qualquer tempo,
Assunto atual para discussão.
Nessa pauta cabe tudo
E podemos incluir ao índice a globalização.
Deixando de lado as velhas delongas:
Política, coronelismo, a religião,
É possível discutir horas a fio
_ como fazem os deputados da união _
Quem são os verdadeiros culpados pelo caos da atual situação.
Em alguns lugares ainda se vive como no tempo do feudalismo:
Há famílias vivendo sobe regime de escravidão
Embora rodeada pela burguesia e proletariado
Do sistema capitalista da globalização.
Há famílias que sonham o êxodo sem êxito.
Outras, sem êxito, sonham retornarem-se,
Ou emigrar-se numa longínqua nação.
A professora é ótima,
_ Simpática e sensual, e se chama Flávia! _
Gosta de ensinar, e sabe como prender nossa atenção.
Mas eu paro a meio caminho nessa viagem de peregrinação
Fixo-me na hipótese de Gaia
Na morte da terra
Na morte do sol
Na morte do tempo, sim;
Pois tempo é duração!
A professora me diz algo,
Acha que sou aluno aplicado, e sou;
Mas agora eu estou no congresso _ Eco 92.
Aponto saída para acabar com a miséria das metrópoles e do sertão:
Escolas agrícolas
Mão de obra sustentável _ reforma agrária.
Política de ética e humanização...
Uma saída dessa inércia para um novo começo
Para livrar-nos da vergonha de ser filho desta rica e miserável nação.
Para mim, as nações deviam ser uma família de sobrenome Greem peace.
Bravos guerreiros de atitudes audazes, e amor incondicional à natureza.
Melhor que congressos e congressistas e seus projetos ilusórios, feitos do sangue da alma da natureza e que são engavetados nos restos mortais de árvores centenárias. Quando nos faltar água e o ar, acaso beberemos o vapor do asfalto, comeremos e respiraremos o pó das mobílias e dos imóveis?
Com tanta agressão já feita pelo homem à natureza, só se tem provado uma coisa:
Que a natureza tem um imenso poder de auto-regeneração, e o homem a suga e morre a cada respirar, fôlego a fôlego perde sua essência de identificação; ou seja, a mutabilidade humana é de natureza selvagem, ele se autodestrói visando vida em abundância num futuro que jamais irá vivenciar.
E se plantássemos uma árvore para cada recém-nascido e outra para cada ignorante que morre?
Assim algo útil, louvável, do homem talvez seja eterno, porque o amor e auto-respeito jazem.
Talvez ainda se possa resgatar algo da sabedoria da pré-história como está escrito nos Gênesis: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gên .1-28)
“No suor do teu rosto comerás o pão, até que voltes ao solo, pois dele fostes tomado, porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gên. 1-19.)
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Domingo
Fim de feira
A rua ao término da feira, leva um tempo para os nossos olhos se adaptarem à sua normalidade. Depois de varrida a última folha, até a limpeza parece estranha; falta naturalidade (originalidade), mas o cheiro recendente nos leva os sentidos à doce exuberância do pomar de lembranças.
Logo a paisagem vai se renovando: Crianças, brincadeiras, jovens, vozes, gritos, meninas, moças, senhoras, gestantes, homens, carros, postes, fios, pássaros, pombos,... Pombos? Pombos já não são pássaros, são bichos comendo detritos de bichos e cagando infecção! Cães... e os telhados que espiavam o movimento por sobre a lona das barracas exibem novamente suas estruturas, a área, o jardim, e a morena bonita cantarolando arrumando os cabelos com o gato na janela.
É bom o cheiro de feijão refogado.
A imagem na tv é a mesma da semana passada
A linguagem do outro século
_ Perdão! Podem buzinar._
A linguagem é a de sempre: Vômito, podridão.
“Quem não se comunica se se trumbica”.
Que saudade da comunicação!
É domingo, os homens jogam e bebem, os bares estão cheios.
Quanto será que custa uma cerveja?
Rabo de galo dá dor de cabeça; e uma ressaca!
Pensar em conhaque me causa repulsa, e arrepio, dor de cabeça...
Puxa! Como tem mulheres alcoólatras e fumantes hoje em dia!
O preço do abacaxi é um absurdo! É de morte!
E o pepino então!...
E o sexo?
E o coquetel?
É melhor ser autólatra que alcoólatra?
Tudo custa.
Tudo embriaga, tudo é vício, tudo vicia!
Até a rua
A noite
A lua
A sarjeta
A dor...
Há cura!
Nunca serei um busto.
Espelho
Nunca serei um busto
Nunca serei um monumento
Onde os pombos trepem
E se lubrificam se amando
Cagando os dejetos dos dejetos
Dos dejetos dos homens: Nós;
Vistos do alto.
Nunca serei história
Também história não fiz nem farei
Não sou história
Não conto
Não sou conto
Talvez pombo.
Nesse tempo, _ Tempo das águas _
Logo após a estiagem da tão esperada primeira chuva, o sol,
Lembra-me um velho; eu já o conheci cheio de rugas e grisalho, a dançar entre as covas, semeando grãos, com amor e fé, e espalhando com os pés a terra para cobrir a esperança do futuro;
O suor escorrendo em seu rosto como água no leito de um sinuoso rio,
E seus cabelos pretos, entremeados se fios bancos sob o chapéu de feltro, reluzindo como orvalhos à sombra tocados pelos raios do sol da manhã.
Sabedoria e humildade andavam de braços dados rezando, cantando e dançando, e compondo os novos passos para os jovens e ainda imaturos semeadores de esperanças.
Há vidas, há momentos, e há fatos que compõem nossas lembranças que são mais que perfeita poesia, é uma oração, um diálogo direto com Deus numa linguagem de semelhança de sentidos.
Tudo que Deus criou tem sua utilidade. E ser útil é o fundamento de toda criatura, portanto tornar-se útil, sentir-se útil é fundamental para se sentir ser vivo...
Não compreendemos os insetos, a razão de suas existências, mas eles cumprem seus compromissos para com a vida. Como as formigas, as abelhas, ainda são espelhos para o homem.
Tudo que Deus criou tem sua serventia, inclusive o homem, e é preciso viver dentro do limite da sua precisão; nem mais nem menos.
Ele dizia coisas assim enquanto dançava esmagando os torrões úmidos, esparramando a terra sobre as sementes.
A fé sempre florescia primeira.
Dele não se fez notícias
Não se fez nenhuma ode
Nenhuma epopéia,
Ele apenas cumpriu seu destino,
Nem mais nem mesmo.
Fez-se o bastante no extremo da necessidade.
Mas eu tenho dele um retrato
O seu auto-retrato;
E como pano de fundo eu vejo o céu
Estampado mulher ostentando-o nas nuvens, sua esposa;
Minha mãe.
A rua ao término da feira, leva um tempo para os nossos olhos se adaptarem à sua normalidade. Depois de varrida a última folha, até a limpeza parece estranha; falta naturalidade (originalidade), mas o cheiro recendente nos leva os sentidos à doce exuberância do pomar de lembranças.
Logo a paisagem vai se renovando: Crianças, brincadeiras, jovens, vozes, gritos, meninas, moças, senhoras, gestantes, homens, carros, postes, fios, pássaros, pombos,... Pombos? Pombos já não são pássaros, são bichos comendo detritos de bichos e cagando infecção! Cães... e os telhados que espiavam o movimento por sobre a lona das barracas exibem novamente suas estruturas, a área, o jardim, e a morena bonita cantarolando arrumando os cabelos com o gato na janela.
É bom o cheiro de feijão refogado.
A imagem na tv é a mesma da semana passada
A linguagem do outro século
_ Perdão! Podem buzinar._
A linguagem é a de sempre: Vômito, podridão.
“Quem não se comunica se se trumbica”.
Que saudade da comunicação!
É domingo, os homens jogam e bebem, os bares estão cheios.
Quanto será que custa uma cerveja?
Rabo de galo dá dor de cabeça; e uma ressaca!
Pensar em conhaque me causa repulsa, e arrepio, dor de cabeça...
Puxa! Como tem mulheres alcoólatras e fumantes hoje em dia!
O preço do abacaxi é um absurdo! É de morte!
E o pepino então!...
E o sexo?
E o coquetel?
É melhor ser autólatra que alcoólatra?
Tudo custa.
Tudo embriaga, tudo é vício, tudo vicia!
Até a rua
A noite
A lua
A sarjeta
A dor...
Há cura!
Nunca serei um busto.
Espelho
Nunca serei um busto
Nunca serei um monumento
Onde os pombos trepem
E se lubrificam se amando
Cagando os dejetos dos dejetos
Dos dejetos dos homens: Nós;
Vistos do alto.
Nunca serei história
Também história não fiz nem farei
Não sou história
Não conto
Não sou conto
Talvez pombo.
Nesse tempo, _ Tempo das águas _
Logo após a estiagem da tão esperada primeira chuva, o sol,
Lembra-me um velho; eu já o conheci cheio de rugas e grisalho, a dançar entre as covas, semeando grãos, com amor e fé, e espalhando com os pés a terra para cobrir a esperança do futuro;
O suor escorrendo em seu rosto como água no leito de um sinuoso rio,
E seus cabelos pretos, entremeados se fios bancos sob o chapéu de feltro, reluzindo como orvalhos à sombra tocados pelos raios do sol da manhã.
Sabedoria e humildade andavam de braços dados rezando, cantando e dançando, e compondo os novos passos para os jovens e ainda imaturos semeadores de esperanças.
Há vidas, há momentos, e há fatos que compõem nossas lembranças que são mais que perfeita poesia, é uma oração, um diálogo direto com Deus numa linguagem de semelhança de sentidos.
Tudo que Deus criou tem sua utilidade. E ser útil é o fundamento de toda criatura, portanto tornar-se útil, sentir-se útil é fundamental para se sentir ser vivo...
Não compreendemos os insetos, a razão de suas existências, mas eles cumprem seus compromissos para com a vida. Como as formigas, as abelhas, ainda são espelhos para o homem.
Tudo que Deus criou tem sua serventia, inclusive o homem, e é preciso viver dentro do limite da sua precisão; nem mais nem menos.
Ele dizia coisas assim enquanto dançava esmagando os torrões úmidos, esparramando a terra sobre as sementes.
A fé sempre florescia primeira.
Dele não se fez notícias
Não se fez nenhuma ode
Nenhuma epopéia,
Ele apenas cumpriu seu destino,
Nem mais nem mesmo.
Fez-se o bastante no extremo da necessidade.
Mas eu tenho dele um retrato
O seu auto-retrato;
E como pano de fundo eu vejo o céu
Estampado mulher ostentando-o nas nuvens, sua esposa;
Minha mãe.
domingo, janeiro 14, 2007
Agricultura
Fugindo do campo
Falávamos de agricultura:
_A atividade agrária no mundo_
Uma das mais antigas atividades humanas,
Suas profundas transformações,
Desde a pré-história até os dias de hoje.
Falamos das diversas formas de trabalho no campo:
O trabalho familiar, nas pequenas propriedades rurais de subsistência,
O sistema de arrendamento, a parceria,
O recurso dos posseiros, e a esperteza dos grileiros.
Falamos dos tipos de lavouras:
Policultura e monocultura.
Discutimos os problemas,
_ uma série de problemas _
E tudo se enquadrava na falta de interesse, vontade política. Lamentável!
Discutimos muito:
Sobre revolução técnico-científica,
De pecuária, latifúndio, emigração e imigração.
Falávamos de muitas coisas!
De épocas:
Idade média,
Costumes, mudanças, escravidão...
O êxodo rural ganhou destaque,
É assunto que não envelhece
É passado, presente, e será sempre, em qualquer tempo,
Assunto atual para discussão.
Nessa pauta cabe tudo
E podemos incluir ao índice a globalização.
Deixando de lado as velhas delongas:
Política, coronelismo, a religião,
É possível discutir horas a fio
_ como fazem os deputados da união _
Quem são os verdadeiros culpados pelo caos da atual situação.
Em alguns lugares ainda se vive como no tempo do feudalismo:
Há famílias vivendo sobe regime de escravidão
Embora rodeada pela burguesia e proletariado
Do sistema capitalista da globalização.
Há famílias que sonham o êxodo sem êxito.
Outras, sem êxito, sonham retornarem-se,
Ou emigrar-se numa longínqua nação.
A professora é ótima,
_ Simpática e sensual, e se chama Flávia! _
Gosta de ensinar, e sabe como prender nossa atenção.
Mas eu paro a meio caminho nessa viagem de peregrinação
Fixo-me na hipótese de Gaia
Na morte da terra
Na morte do sol
Na morte do tempo, sim;
Pois tempo é duração!
A professora quer me diz algo,
Acha que sou aluno aplicado, e sou;
Mas agora eu estou no congresso _ Eco 92.
Aponto saída para acabar com a miséria das metrópoles e do sertão:
Escolas agrícolas
Mão de obra sustentável _ reforma agrária.
Política de ética e humanização...
Uma saída dessa inércia para um novo começo
Para livrar-nos da vergonha de ser filho desta rica e miserável nação.
Para mim, as nações deviam ser uma família de sobrenome Greem peace.
Bravos guerreiros de atitudes audazes, e amor incondicional à natureza.
Melhor que congressos e congressistas e seus projetos ilusórios, feitos do sangue da alma da natureza e que são engavetados nos restos mortais de árvores centenárias. Quando nos faltar água e o ar, acaso beberemos o vapor do asfalto, comeremos e respiraremos o pó das mobílias e dos imóveis?
Com tanta agressão já feita pelo homem à natureza, só se tem provado uma coisa:
Que a natureza tem um imenso poder de auto-regeneração, e o homem a suga e morre a cada respirar, fôlego a fôlego perde sua essência de identificação; ou seja, a mutabilidade humana é de natureza selvagem, ele se autodestrói visando vida em abundância num futuro que jamais irá vivenciar. E se plantássemos uma árvore para cada recém-nascido e outra para cada ignorante que morre?
Assim algo útil, louvável, do homem talvez seja eterno, por que o amor e auto-respeito jazem.
Talvez ainda se possa resgatar algo da sabedoria da pré-história como está escrito nos Gênesis:
“Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gên .1-28)
“No suor do teu rosto comerás o pão, até que voltes ao solo, pois dele fostes tomado, porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gên. 1-19.)
Falávamos de agricultura:
_A atividade agrária no mundo_
Uma das mais antigas atividades humanas,
Suas profundas transformações,
Desde a pré-história até os dias de hoje.
Falamos das diversas formas de trabalho no campo:
O trabalho familiar, nas pequenas propriedades rurais de subsistência,
O sistema de arrendamento, a parceria,
O recurso dos posseiros, e a esperteza dos grileiros.
Falamos dos tipos de lavouras:
Policultura e monocultura.
Discutimos os problemas,
_ uma série de problemas _
E tudo se enquadrava na falta de interesse, vontade política. Lamentável!
Discutimos muito:
Sobre revolução técnico-científica,
De pecuária, latifúndio, emigração e imigração.
Falávamos de muitas coisas!
De épocas:
Idade média,
Costumes, mudanças, escravidão...
O êxodo rural ganhou destaque,
É assunto que não envelhece
É passado, presente, e será sempre, em qualquer tempo,
Assunto atual para discussão.
Nessa pauta cabe tudo
E podemos incluir ao índice a globalização.
Deixando de lado as velhas delongas:
Política, coronelismo, a religião,
É possível discutir horas a fio
_ como fazem os deputados da união _
Quem são os verdadeiros culpados pelo caos da atual situação.
Em alguns lugares ainda se vive como no tempo do feudalismo:
Há famílias vivendo sobe regime de escravidão
Embora rodeada pela burguesia e proletariado
Do sistema capitalista da globalização.
Há famílias que sonham o êxodo sem êxito.
Outras, sem êxito, sonham retornarem-se,
Ou emigrar-se numa longínqua nação.
A professora é ótima,
_ Simpática e sensual, e se chama Flávia! _
Gosta de ensinar, e sabe como prender nossa atenção.
Mas eu paro a meio caminho nessa viagem de peregrinação
Fixo-me na hipótese de Gaia
Na morte da terra
Na morte do sol
Na morte do tempo, sim;
Pois tempo é duração!
A professora quer me diz algo,
Acha que sou aluno aplicado, e sou;
Mas agora eu estou no congresso _ Eco 92.
Aponto saída para acabar com a miséria das metrópoles e do sertão:
Escolas agrícolas
Mão de obra sustentável _ reforma agrária.
Política de ética e humanização...
Uma saída dessa inércia para um novo começo
Para livrar-nos da vergonha de ser filho desta rica e miserável nação.
Para mim, as nações deviam ser uma família de sobrenome Greem peace.
Bravos guerreiros de atitudes audazes, e amor incondicional à natureza.
Melhor que congressos e congressistas e seus projetos ilusórios, feitos do sangue da alma da natureza e que são engavetados nos restos mortais de árvores centenárias. Quando nos faltar água e o ar, acaso beberemos o vapor do asfalto, comeremos e respiraremos o pó das mobílias e dos imóveis?
Com tanta agressão já feita pelo homem à natureza, só se tem provado uma coisa:
Que a natureza tem um imenso poder de auto-regeneração, e o homem a suga e morre a cada respirar, fôlego a fôlego perde sua essência de identificação; ou seja, a mutabilidade humana é de natureza selvagem, ele se autodestrói visando vida em abundância num futuro que jamais irá vivenciar. E se plantássemos uma árvore para cada recém-nascido e outra para cada ignorante que morre?
Assim algo útil, louvável, do homem talvez seja eterno, por que o amor e auto-respeito jazem.
Talvez ainda se possa resgatar algo da sabedoria da pré-história como está escrito nos Gênesis:
“Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gên .1-28)
“No suor do teu rosto comerás o pão, até que voltes ao solo, pois dele fostes tomado, porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gên. 1-19.)
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