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quinta-feira, maio 31, 2007

segunda-feira, maio 28, 2007

Valores

A vida basta.
Ou bastaria
Se possível a tivéssemos simples,
O excesso do nada se sobrepõe a tudo,
Vivemos sufocados pela necessidade da luxúria
Futilidades
E morreremos lutando para morrermos na miséria que a nós nos mata
Não lentamente
Lentamente morrem as gerações
Nós já somos o encerro apocalíptico
E sequer sabemos quando, por quê, e como nos perdemos.
Talvez nas celas
Talvez nas searas
Talvez nas telas...
Que seja!
Uma TV de plasma comporta muitos telespectadores
Uma cela que aos espectros mata a fome e conforta estômagos
A outros inúmeros regula o intestino
A outros se controla os instintos;

As bocas que consomem, somem
No estômago vazio por horas e horas
Horas a fio...Oras!

Mas o trabalho assiste às vitrines
E elas aos astros e estrelas
E os espectadores a tele-inversão.

domingo, maio 27, 2007

Hoje

Cesta, flores, sol, e domingo

Em meu peito abrem-se de novo antigas chagas
Quando as noites se fazem mais frias
E as manhãs nebulosas expiram
O bafo aromático dos feitos noturnos

Faces carregadas de cansaço e alívio
De noites mal-dormidas
Por amor ou dor, solidão...

Todos tomam café da manhã
Até ao meio dia
Até onde rasgará esta ferida?

Tudo se enleia num rasgo sem nexo
Para a unificação de uma única cicatriz...

Nossas dores suportadas em silêncio
São cicatrizes de feridas aparentes
Ferida que nunca se fecha fecha-nos;

Dividimos o indivisível
Para tudo tornar invisível
Toma-se cafeína
Cada qual toma seu café
Amargo?
Cospe-se por ai as amarguras.

Prazer nem para o sexo
Faz-se por fazer
Por vício ou obrigação
Consciente da inconsciência
Do contágio da putrefação.

Ai! Ais que se curam...
Curvo-me diante da insensatez
Como seria a vida feita só de razão
Razão por razão é aritmética;
Sou mais os insetos minúsculos
Que tecem e produzem
Que fazem mel e veneno
E da voz aos olhos
E tornam a insanidade dos sábios
Na loucura da sabedoria de suave expressão.

Bebamos café!
Hoje se alia à minha solidão que se estende da noite
Fantasmas projetando-se já dantes manifestos
No futuro de hoje e de dias distantes
Como se não bastasse a palavra em si
E essa representatividade enigmática e imprevisível
O vento que sob o sol se agita
O dia _ prenúncio de destruição_ veículo para eterna noite,
Há manchetes assustadoras em todos os jornais e revistas
E evitamos a luz para não sangrar as vistas
Reuniões de emergência para camuflar negligências
Nenhum projeto em pauta
Para se estabelecer paz, nenhum plano...

Seguimos estrelas para a escuridão.

Quantas flores, neste domingo, celebrariam a perfeita união dos amantes
Unen-se, entanto, em coroa e perfume
Para adorno de jazigos de corpos precocemente abatidos
Por nossas mãos_ membros dessa gangue sociedade errante e insensível?

Cada dia é uma página por nós ilustrada
Com imagens de chacinas e miséria, e corrupção.

E a justiça é cega, e cega, e nada se vê.
E os direitos humanos faz-se em prol dos desumanos.
E a religião_ paiol da fé_ constrói templos luxuosos e edifícios
Para a propagação de sacrifícios
Com o suor dos ingênuos fiéis
E o pão?
Qual pão alimentar-nos-á
Se comíamos esperança e esperança já não temos
Se nos alimentávamos de domingo
E o domingo fez-se insípido, triste...
A fé já não é mais fé, é fetiche,

E do verbo vida não se conjuga nenhum tempo
Nada mais é o que existe
Tudo é feito ou efeito.

Abro os olhos e vejo cegueira
De morte
De corpo sem alma
E almas em delírio

Num transe vago um lampejo
E um beijo de morte
Logo o tédio na brisa do repentino desejo

E os olhares dos olhos se repelem
Aflitos a olhares alheios
Não pousam; perdem-se;
No fundo escuro de taças borras
De flores de cachimbo
De domingo de barro
De pó de nozes
De nós
De manhã.

Quanto a mim nada faço
Não tenho mãos para arregaço
Nem título nem índice
Nenhum verso para a história
Nenhum choque n’alguma memória
Nem poesia;
Só suspiro, sou cúmplice,
_parte íntegra dessa hipocrisia... CIDADANIA.

sexta-feira, maio 25, 2007

Vinicios de Moraes

Soneto de separação (Vinicius de Moraes)

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se triste o que fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Veja também:
Poemas-sol
http://solpoesia.blogspot.com/
Requinte e qualidade- os melhores vídeos
http://look-videos.blogspot.com/
Nova poética
http://ray.ray.zip.net/

segunda-feira, maio 21, 2007

Leonardo Da Vinci - O Gênio




Leonardo da Vinci

A Vida:

Leonardo nasceu a 15 de abril de 1452, na vila de Vinci, perto de Florença. Filho ilegítimo de Piero da Vinci, escrivão do vilarejo, sempre foi muito apegado ao pai e à mãe, Caterina.
Desde pequeno Leonardo manifestou seus muitos talentos: excelente esportista, ótimo nadador e cavaleiro, engenhoso artesão e mecânico, o desenho e a pintura também o atraíam.
Em 1470, Piero da Vinci levou alguns desenhos de seu filho para o artista Andrea del Verrocchio, célebre professor. Del Verrocchio, percebendo o talento de Leonardo, recebeu-o em sua casa como aprendiz, até 1477. Com ele, Leonardo aprendeu as técnicas da pintura e escultura, bem como de ferreiro e mecânico.
Os seguintes passos da sua vida não podem ser estabelecidos com muita precisão. Sabe-se que ele, após deixar o estúdio de Verrocchio, permaneceu vários anos em Florença. Como protegido de um Médici: Lourenço, o Magnífico.
Após Lourenço rejeitar seu projeto para canalização do rio Arno, Leonardo muda-se para Milão, onde Ludovico Sforza, o Mouro, tinha se firmado no poder. Leonardo escreveu-lhe uma carta de apresentação na qual ele colocava "os seus segredos" à sua disposição em tempos de guerra e paz. Dizia-se capaz de construir pontes portáteis para perseguir o inimigo, cavar túneis por baixo de rios e destruir fortalezas. Afirmava Ter inventado um novo tipo de bombarda, uma carreta blindada e um navio à prova de bombas, também tinha planos para a construção de uma estranha arma submarina de defesa e ataque. Além de proclamar-se capaz de realizar obras de pintura e escultura à altura de qualquer artista importante da época.
Ludovido mandou chamar o audacioso jovem e pôde verificar, assombrado, a universalidade de seus conhecimentos. Leonardo não exagerara em sua apresentação, aliando uma personalidade fascinante à suas capacidades de escultor, pintor, arquiteto, engenheiro, músico, anatomista, naturalista, matemático, inventor, astrônomo e filósofo.
Alguns biógrafos afirmam que Ludovido acolheu Leonardo devido a um projeto para o erguimento de uma estátua em homenagem a seu pai, Francesco Sforza. Outros argumentam que foram os dotes musicais de Leonardo que impressionaram o duque de sobremaneira.
Foi em Milão que Leonardo pintou a "Última Ceia", considerada por muitos sua obra prima. Conta-se, sobre esta obra, que o prior do convento de Santa Maria delle Grazie, onde a obra estava sendo realizada, impaciente com a demora, foi reclamar ao duque Ludovico, que chamou Leonardo para explicações. Entre outros motivos, Leonardo deu como causa para a demora a dificuldade em encontrar um modelo para Judas, propôs, então, que como não houvesse outro recurso, utilizasse o prior como modelo. Leonardo pôde terminar seu trabalho sossegado.
Em 1499, quando Milão foi conquistada por Luís XII, Leonardo abandonou a cidade e permaneceu por um breve tempo em Mântua, protegido pela duquesa Isabella Gonzaga. Foi à Veneza, e ali residiu até abril de 1500, quando Ludovico foi definitivamente derrotado e preso. Leonardo desistiu de voltar à Milão e seguiu à Florença. Só voltaria àquela cidade em 1506, a convite de Charles d’Ambrosie, marechal de Chaumont e braço direito do Rei da França na Lombardia. Em setembro do ano seguinte, porém, regressou à Florença para cuidar da divisão dos bens de seu pai, que falecera sem deixar testamento. Lá ele permaneceu até 1511, período no qual fez amizade com Francesco Melzi, a quem confiaria seus manuscritos ao morrer.
Em 1512, Leonardo transferiu-se para Roma, aonde havia intenso movimento cultural e contava com a admiração do Papa Leão X, um Médici recém-eleito. Embora aparentemente favorável, o ambiente da cidade revelou-se adverso à Leonardo, tanto por suas experiências científicas mal interpretadas, como pela presença de uma geração mais jovem de artistas (Michelangelo e Rafael) que conquistava a preferência dos nobres. Não hesitou, portanto, em aceitar o convite de Francisco I, sucessor de Luís XII no trono da França, para morar em Cloux, perto de Ambrosie, no castelo com que o soberano o presenteara.
Na França, Leonardo viveu seus últimos dias, morrendo a 2 de maio de 1519, após receber os sacramentos da Igreja, e, ao que se conta, nos braços do rei Francisco I.

Profeta e Engenheiro

Leonardo tinha sempre um hábito: reunir uma pequena multidão em praça pública para expor suas idéias de engenheiro, pintor, escultor, filósofo, músico ou poeta. Espirituoso, sabia como prender o público com anedotas e fábulas que inventava com grande perfeição, e coma as músicas que tirava de sua lira. "Quem não ama a vida, não a merece", dizia.
Mais do que com suas anedotas e músicas, Leonardo deixava o público boquiaberto com seus mirabolantes projetos. Máquinas capazes de fazer o homem voar, barcos que navegam sob a água, armas infernais de guerra, e ainda profetizava conquistas somente alcançadas séculos depois:
"Com pedra e ferro, tornar-se-ão visíveis coisas que não aparecem"
"Homens falarão a outros de longínquos países e obterão respostas"
"Imitando os pássaros, o homem ainda aprenderá a voar"
Afirmando que uma ciência é tanto mais ciência quanto permite conhecer exatamente as coisas, seja o comportamento do vidro ou dos movimentos do estômago, Leonardo afrontou toda a prevenção contra as artes mecânicas que havia pesado sobre a antiguidade, aonde todo aquele que não se ocupasse com a ciência do espírito era relegado a uma categoria inferior. Com ele, imaginar e construir máquinas passou a ser considerada uma pesquisa experimental das leis da mecânica. Por este aspecto, e não pelos engenhos espantosos que idealizou e nunca funcionaram (nem funcionariam), pode ser tido como um dos precursores da metodologia científica.

O Físico

Leonardo defendia que: "Para conhecer os movimentos do organismo, é preciso antes estudar o movimento em si". Procurou interpretar o movimento dos corpos, observando mesmo sem o auxílio de instrumentos o deslocamento de corpos celestes.
Leonardo intuiu a idéia de impulso e quantidade de movimento, dizendo: "Impulso é a impressão de movimento transferido ao motor do móvel". Analisando seus textos, conclui-se que ele também concebeu o princípio da inércia, embora sem o rigor caracterizado por Galileu:
"Toda impressão tende a permanecer como mostra o modelo do movimento impresso a um móvel".
"Nenhuma coisa se move por sí mesma, mas seu movimento é produzido por outros".
"Todo movimento espera ser mantido, ou seja, todo corpo em movimento move-se enquanto conserva a impressão da potência de seu motor".
Leonardo realizou estudos extensos sobre a mecânica dos fluidos. Tinha várias idéias sobre como remover a água de um local para outro e comprovou seus conhecimentos em hidrodinâmica com a construção de canais. Formulou teorias para a formação das chuvas, observando o congelamento da água e a evaporação devida ao calor. Enunciou que: "O mar é eqüidistante do centro da Terra e é a superfície mais baixa do mundo". Expressou suas idéias sobre o curso dos rios, adversas de seus contemporâneos: "As partes mais baixas de uma montanha são aquelas em que se unem os vales, e a parte mais baixa de um vale é o rio, causa destes vales. Os rios tem suas partes mais baixas na confluência com o rio principal, onde, perdendo sua forma, perdem igualmente o nome. Enfim, a parte mais baixa dos rios principais é o mar, onde os rios e seus afluentes repousam de suas peregrinação".
Em suas anotações, também expõe o conceito de vazão, explicando porque a água corre mais rapidamente nas partes mais estreitas de um canal.
No campo da Astronomia, Leonardo refutou a teoria de Ptolomeu segundo a qual o Universo seria formado de esferas concêntricas, tendo como centro a Terra, girando umas sobre as outras. Também contestou a afirmação do filósofo grego Heráclito de Éfeso, segundo o qual o Sol teria 33 centímetros de diâmetro. Comparando a cor da luz solar com a do bronze fundido, invalidou as teorias de que o Sol seria uma estrela fria, simplesmente por não exibir "cor de fogo". Observou que a luz solar atravessa o ar e água (em pequenas quantidades) sem sofrer absorção aparente. Concluiu que os planetas não têm luz própria, mas refletem a do Sol.

Anatomia e Fisiologia

Artista, levando a perfeição ao limite da obsessão, Leonardo estudou profundamente a anatomia humana e de animais, principalmente de cavalos. Dissecou mais de trinta corpos de homens e mulheres de todas as idades, quando a dissecação era prática rara e mesmo mal vista, condenada pelo papa Leão X.
Pesquisou a estrutura dos ossos, representou o tórax, a bacia, a coluna vertebral e o crânio, que desenhou em planos ainda utilizados em Atlas anatômicos. Observou alterações ósseas com a idade do indivíduo, a posição dos ossos. Dedicou cento e quarenta desenhos à localização dos músculos, estudou a posição relativa dos mesmos, dos vasos e dos nervos.
Descobriu a glândula tireóide, bem como a existência de várias outras. Analisando o sistema urogenital, fez anotações impressionantes sobre a placenta, o cordão umbilical e as vias de nutrição fetal. Examinou ainda o sistema nervoso central e periférico, bem como os órgãos dos sentidos.
Estudou o coração, concluindo que este órgão é puramente massa muscular alimentada por veias, como todos os outros músculos.
Impressionado com sua descoberta de 24 músculos na língua, procurou analisar a posição deste órgão, dos lábios, dentes, traquéia e cordas vocais, realizando pesquisas em Foniatria e Fonoaudiologia, ramos estruturados como disciplinas científicas somente no século XX.

Botânico, Químico, Matemático, Filósofo:

Leonardo ainda estudou as plantas. Estudou a origem dos ramos menores a partir dos maiores, a influência do ar, da luz solar, do orvalho e dos sais da terra na vida das plantas.
Leonardo realizou experiências sobre transformações das substâncias, elasticidade e compressibilidade.
Atribuiu grande importância à Matemática como forma de expressão das leis da física, afirmando que: "Investigação alguma pode ser chamada de verdadeira ciência se não passar pelas demonstrações matemáticas".
Um aspecto curioso sobre Leonardo era que, sendo ambidestro, escrevia tanto da esquerda para a direita, quanto da direita para a esquerda. A escrita incomum tornava difícil sua leitura (era necessário usar um espelho). Porém, segundo Stefano De Simone, essa intenção escapou a Leonardo. Ele escrevia com a mão direita os resultados do estudo e reflexão crítica, e com a esquerda (da direita para a esquerda) as coisas que lhe vinham à mente, espontaneamente.

A Mona Lisa:

Pintada em 1503-06, a pintura mais famosa de Leonardo da Vinci, e provavelmente a mais famosa do mundo, é a Mona Lisa, intitulada: La Gioconda, que, com seu sorriso enigmático, deu à pintura fama universal.
A história da pintura não é clara e foi alvo de muita discussão. De acordo com Vasari, a modelo é uma jovem mulher Florentina (Mona) Lisa, que, em 1945 casou-se com Francesco del Giocondo, e, portanto, ficou conhecida como "La Gioconda". O trabalho provavelmente foi feito durante a segunda estada de Leonardo em Florença, e ele gostou tanto de sua obra que o carregou consigo para a França, aonde foi vendido a Francisco I.
Há controvérsias a esta teoria para a origem do quadro, porém, no que Leonardo sempre manteve um registro dos modelos que se utilizava nas pinturas, mas não há um registro para qualquer modelo para a Mona Lisa. A doutora Lillian Schwartz, dos laboratórios Bell, formulou a teoria de que a Mona Lisa teria sido um auto-retrato de Leonardo, e conseguiu apoiar sua tese através da digitalização dos dois retratos e superposição das imagens, mostrando claramente que os traços faciais da Mona Lisa se encaixam nos de Leonardo da Vinci.

domingo, maio 20, 2007

Bob Dylan- Blowin' In The Wind



Bob Dylan- Like A Rolling Stone


Bob Dylan Sings To Sanjava. With Bunnies!


Johnny Cash: Hurt


Bob dylan-"It's All Over Now, Baby Blue"


The Death of Emmett Till. Bob Dylan

Norah Jones on "Not Too Late"

quarta-feira, maio 09, 2007

As ovelhas e o pastor

Durante os anos da juventude se venera ou se despreza com maior veemência aos ídolos, os heróis, as idéias, e até mesmo os sonhos; não é diferente com a fé. Depois nos estacionamos acomodados, e estagnados sequer refletimos o que somos e sob qual influência vivemos.

Como saber que se tem fé, fé em Deus, ou se somos apenas marionetes nas mãos de hábeis técnicos dogmatistas manipuladores da fé humana? E como se mede a fé?

Sonhamos em sono turbulentos...
Dormimos sob turbulências, e nos acostumamos, como se estivéssemos em paz ouvindo hinos celestiais.

E quando nos desiludimos seguimos por outro caminho, outro pastor, outra mente, e desprezamos-nos a nós mesmos; nossos valores, nossas herdades de remotos princípios, de origem confiável: o amor dos nossos antepassados; sobretudo desprezamos nosso ser absoluto, nossos sonhos, nossa fé, nossa inteligência.

O homem verdadeiramente regenerado se orgulha do seu passado, o sofrimento e a sua transformação sem jamais se vangloriar das suas maldades, principalmente males acometidos contra o próximo, seu semelhante; antes deveria se envergonhar e a si mesmo se punir.

A única mácula aceitável num líder espiritual são marcas advindas da fé, e quem age pela fé age com consciência; portanto quem pratica o mal com consciência nunca terá dignidade para ser um líder de tamanha responsabilidade; se arrependido e regenerado, seu bom senso o limitaria; No máximo sua conduta e participação o permitiriam relatar seu passado horroroso sem expressar heroísmo.

Os livros bíblicos têm se tornado em armas e escudos perigosos nas mãos e ouvidos de humildes ignorantes e expertos nas artes diabólicas. E por detrás de cada verso de cada página se encolhe o ser divino e se agiganta mente diabólica que se escarnece de Deus e da sua palavra, e da sua obra, o homem.
E muitas vezes gritamos alto e com incomensurável fé: Amém! Aleluia!!!!...

A inclinação à cólera e o instinto de veneração, que são próprios do jovem, e a fé do ser humano adulto inflexível, contribuem para a propagação da desgraça da humanidade.
A liberdade precisa existir, é essencial para o bem-estar, mas precisa-se de leis que as gerencie.

Creiamos; criamos no homem e em Deus. Mas creiamos em Deus acima de tudo, e creiamos em Deus, cada um através de si mesmo. A fé que se aflora da própria inteligência é a melhor conexão com a vida e nos proporciona a legítima interação com Deus.

O demônio é o tenebroso predador da natureza humana, e para tanto se satisfazer usa o próprio homem, obra de Deus. Você sabe quem é, e para onde, e para quem te conduz o seu pastor?

segunda-feira, maio 07, 2007

Relíquias do esporte


06/05/2007
Santos devolve placar e é bicampeão
Time vence o São Caetano por 2 a 0 em partida emocionante no Morumbi
O Santos entrou em campo neste domingo, no Morumbi, como favorito. O São Caetano carregou consigo a vantagem de ter vencido o primeiro confronto por 2 a 0. Venceu a camisa alvinegra, que devolveu o placar da primeira partida e garantiu o bicampeonato paulista, o primeiro do Peixe depois da Era Pelé! O Azulão tinha uma bela vantagem: podia até perder por 1 a 0 que ficava com o título. Mas o Peixe, dono da melhor campanha da competição, jogava por dois resultados iguais. Precisava ganhar por 2 a 0. Conseguiu. As cabeças certeiras de Adaílton (assista ao vídeo do gol) e de Moraes permitiram a festa alvinegra.


Toma lá, dá cá

O Santos precisava fazer dois gols e não levar nenhum para ser campeão. Por isso pressionou o Azulão desde o primeiro minuto. Zé Roberto criou duas boas chances, mas Marcos Aurélio concluiu para fora em ambas. E foi dos pés de Zé Roberto que o gol do Peixe teve início. Em uma jogada individual do meia, o rival cedeu o escanteio. Pedrinho cobrou aos 24 e Adaílton subiu mais do que os marcadores para fazer um belo gol de cabeça.
O São Caetano não conseguia criar chances de gol, e precisou se segurar muito para suportar a pressão do ávido Santos. O goleiro Luiz salvou o time do ABC em algumas oportunidades, como aos 30, em um bomba de Rodrigo Souto. Um minuto depois, o camisa 1 teve uma ajuda da trave para evitar o segundo gol.
Assim que acabou o primeiro tempo, o técnico Dorival Júnior foi reclamar da arbitragem. Na opinião dele, José Henrique de Carvalho errou ao punir Triguinho com um cartão amarelo e não fazer o mesmo quando os jogadores do Peixe que cometeram faltas mais duras. Vanderlei Luxemburgo não deixou o rival reclamar e se meteu na confusão:
"Deixa ele apitar o jogo, no grito você não vai ganhar não. Sou macaco velho, não vai pressionar o árbitro"Vanderlei Luxemburgo, técnico do Santos
A pressão santista continuou no segundo tempo. Júnior voltou com Galiardo no lugar de Canindé, que não teve a atuação que o treinador esperava. O jogador entrou com a missão de marcar Zé Roberto, um dos melhores em campo.
Aos 15, Cléber Santana também estufou a rede de Luiz com um gol de cabeça, mas este foi corretamente anulado pelo árbitro, porque o jogador estava impedido. Alívio na torcida do Azulão!
Aos 36, apoiado pelo torcedor, Kléber colocou a bola na cabeça do novato Moraes, que marcou de cabeça. O garoto mostrou que o futebol está mesmo no seu sangue: é filho do ex-jogador santista Aloísio Guerreiro e irmão de Bruno, jogador do Porto (POR).
A torcida do Peixe foi ao delírio após o segundo gol. Luiz Alberto, do Azulão, foi expulso por falta em Moraes e uma pequena confusão se formou. Tudo terminado, restou ao Santos rezar pelo fim da partida. O alívio veio aos 49, com a festa dos jogadores e sem a presença de Vanderlei, que foi embora antes do apito final. Uma tradição para o técnico campeão.
07/05/2007 - 05h35m
Peixe comemora o bi em família
Santistas levam amigos e parentes para jantar em um restaurante de Santos
(Adilson Barros do GLOBOESPORTE.COM)


Uma festa em família. Foi assim que os santistas comemoraram o bicampeonato paulista, em festa que entrou madrugada adentro em uma churrascaria de Santos. Nada de muita extravagância, balada ou excessos. Todos os jogadores levaram amigos, pais, filhos e parentes mais próximos para curtir o jantar.
O GLOBOESPORTE.COM esteve lá registrando a alegria dos jogadores do Peixe, que conquistaram o Paulistão 2007 ao vencer o São Caetano por 2 a 0, neste domingo, no Morumbi.
Alguns jogadores posaram para fotos para familiares dos colegas. Foi o caso de Cléber Santana, que saiu na foto com a mãe e a irmã de Marcos Aurélio.
- Ele é um menino muito bom. Parabéns – disse o meia, cumprimentando a mãe do atacante alvinegro.
O técnico Vanderlei Luxemburgo bancou o avô coruja. Não se cansava de mostrar a neta Gabriela para todos. Dona de grandes olhos verdes, e pequena é o orgulho do avô. - Fala sério: ela puxou os meus olhos, não? – brincava Vanderlei.
O treinador santista diz que o segredo do Peixe bicampeão é exatamente esse: o grupo funciona como uma família. Nem mesmo as saídas do lateral Pedro e do atacante Rodrigo Tiuí abalaram essa união.
- O título é deles também. Os dois podem não ter tido uma atitude correta, mas foram importantes para o nosso grupo enquanto estiveram aqui – afirma o treinador.




As melhores noticías do Campeão

Todos os noticiários são conclusivos:

Santos é o melhor!








06/05/2007 - 20h06m - Atualizado em 06/05/2007 - 21h11m
Santos comemora o bi paulista!
Jovem Moraes, de 20 anos, entra no segundo tempo e faz o gol do título sobre o Azulão
GLOBOESPORTE.COM Em São Paulo

Na raça e na coragem, o Santos conquistou de o bicampeonato paulista, o primeiro depois da Era Pelé! O time venceu neste domingo o São Caetano por 2 a 0 e como teve a melhor campanha na primeira fase, ficou com a taça. Justiça para o melhor time do campeonato, que soube superar os problemas e teve no jovem Moraes, filho do ex-atacante Aloísio Guerreiro, o herói do título.


Jogadores do Santos dão a volta olímpica no Morumbi após a vitória de 2 a 0 sobre o São Caetano




O Santos teve a melhor campanha do Campeonato Paulista. Terminou a primeira fase em primeiro lugar, com 16 vitórias em 19 jogos. E graças à vantagem sagrou-se campeão. Na semifinal, o time suou para passar pelo Bragantino.
A classificação veio com dois empates de 0 a 0. E na final, o Peixe novamente jogou com o regulamento debaixo do braço. Com a vantagem de dois resultados iguais, o Santos perdeu o primeiro jogo por 2 a 0. E devolveu o placar na segunda partida, com gols de Adaílton e Moraes.
Após 38 anos, o Santos volta a conquistar dois campeonatos paulistas seguidos. O Santos de Vanderlei Luxemburgo, sete vezes campeão paulista. O Santos de Zé Roberto, maestro e camisa 10 que agora vive o dilema de ficar ou não no clube. O Santos do goleiro Fábio Costa, que vibra a cada defesa.


Adaílton-Homem gol.
Adaílton comemorando o primeiro gol do título.

FRASES DOS CAMPEÕES!
"É uma emoção muito grande fazer o gol do título. Honrei a camisa do Santos e só tenho a agradecer a quem acreditou em mim."Moraes, herói do título!

"Não passei o aniversário da minha esposa com ela na sexta. Mas era importante para mim. O título é um divisor na minha carreira."Fábio Costa, o paredão

"Temos de agradecer a eles também. Apesar do que aconteceu, o grupo é um todo, e eles fazem parte da conquista." Kléber, lateral do Peixe




(fonte UOL)
06/05/2007 - 18h03Santos 'dá troco' no São Caetano e conquista o bicampeonato




Bruno Thadeu e Evandro César Lopes Em São Paulo
A vontade e o poder de superação do Santos falaram mais alto neste domingo. Com um gol do atacante Moraes, de 20 anos, aos 36min do segundo tempo (Adaílton abriu o placar na etapa inicial), o time alvinegro devolveu a derrota por 2 a 0 para o São Caetano no primeiro jogo e conquistou o bicampeonato paulista. Este foi o 17° título estadual do clube.
PRINCIPAIS LANCES
PRIMEIRO TEMPO
8min - Zé Roberto faz belíssima jogada em rápido contra-ataque e toca para Marcos Aurélio. O atacante pega mal na bola e desperdiça grande chance.
24min - GOOOLLLL DO SANTOS!!! Em cobrança de escanteio, a bola é alçada na área do São Caetano, e Adaílton chega antes de Luiz para, de cabeça, fazer o primeiro do jogo.
30min NA TRAVE! Jonas recebe na direita e manda para o meio da área. A bola vai direto na trave da meta de Luiz, levando muito perigo.
35min - Zé Roberto recebe na intermediária e chuta colocado. Luiz se estica e faz belíssima defesa em seu canto direito. Ótima chance para o Santos.
SEGUNDO TEMPO
8min - Santos quase amplia. Kléber recebe passe de Cléber Santana na ponta esquerda e cruza. Zé Roberto se joga na bola e cabeceia para fora. O assistenta já havia sinalizado impedimento.
15min - Gol anulado do Santos. Em cobrança de falta, Kléber levanta para Cléber Santana, que cabeceia para a rede. O assistente sinaliza impedimento de maneira acertada.
23min - Santos ataca mais uma vez com Kléber, bastante acionado no jogo. O lateral cruza para Zé Roberto, que chega atrasado à bola e cabeceia para fora.
36min - GOOOLLL DO SANTOS!!! Kléber faz belíssima jogada pela esquerda e cruza para Moraes que, livre na área, cabeceia para o gol, sem chances para Luiz.Para chegar à conquista, o Santos precisou comprovar por que teve campanha absoluta ao longo de toda a competição, com 17 vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas. Contando com tarde inspirada de Zé Roberto e apoio incondicional de sua torcida, o time da Baixada mostrou grande raça para inverter a vantagem rival.O esforço foi compensado por uma conquista que a torcida alvinegra não comemorava desde a "era Pelé". Isso porque o Santos não conseguia vencer dois Campeonatos Paulistas consecutivos havia quase quarenta anos. A última vez que isso havia acontecido foi quando o clube da Baixada foi tricampeão nos anos 1967, 1968 e 1969.E para atingir o feito, a equipe de Vanderlei Luxemburgo precisou ser a primeira a superar o São Caetano em uma fase de mata-mata no Estadual. Até o jogo deste domingo, o clube do ABC estava invicto nesse tipo de disputa. Além disso, a vantagem de 2 a 0 nunca havia sido invertida em uma decisão de Paulista, até esta tarde. Antes do confronto, o Santos ainda passou por uma semana conturbada, na qual perdeu o zagueiro Antônio Carlos e o ala-direito Denis por lesões. O atacante Rodrigo Tiuí e o lateral Pedro ainsa deixaram o clube trocando acusações com Luxemburgo. Já seu adversário teve mais tranqüilidade e ainda contou com os reforços de Canindé e Glaydson, que estavam suspensos. Quando a partida começou, o time mandante imprimiu forte ritmo de jogo e se lançou ao ataque para tirar a vantagem rival. O empenho santista foi coroado com o gol de cabeça de Adaílton, aos 24min. Era tudo o que a equipe praiana precisava. Depois disso, ganhou mais motivação para continuar a pressão sobre o São Caetano com a ajuda da torcida alvinegra, mas não conseguiu balançar as redes novamente até o fim do primeiro tempo. No intervalo, o técnico Dorival Júnior se dirigiu em direção ao árbitro José Henrique de Carvalho para se queixar de sua atuação, o que gerou forte repudio de Luxemburgo. O treinador santista também correu em direção ao juiz para reclamar da atitude do técnico rival. No início da etapa final, o Santos encontrou dificuldades para se aproximar da meta adversária, apesar de manter o domínio da posse de bola. Com o decorrer do jogo, o time alvinegro passou a explorar mais as jogadas pelo alto. E foi assim que o atacante Moraes, que havia entrado no segundo tempo, marcou de cabeça aos 36min (seu segundo pelo time) para selar mais uma conquista da equipe praiana. Agora, o Santos se concentra na busca pelo terceiro título da Copa Libertadores e recebe o Caracas-VEN na Vila Belmiro, neste quinta-feira, pelas oitavas-de-final da competição. O São Caetano, por sua vez, volta a campo somente no próximo sábado, em sua estréia na Série B do Campeonato Brasileiro, contra o Criciúma. SANTOSFábio Costa; Maldonado, Adaílton, Ávalos e Kléber; Rodrigo Souto, Cléber Santana (Carlinhos), Pedrinho (Rodrigo Tabata) e Zé Roberto; Jonas (Moraes) Marcos AurélioTécnico: Vanderlei Luxemburgo SÃO CAETANOLuiz Silva; Paulo Sérgio, Maurício, Thiago e Triguinho; Luís Alberto, Galydson (Ademir Sopa), Canindé (Galiardo) e Douglas; Luiz Henrique (Marcelinho) e SomáliaTécnico: Dorival Júnior Local: estádio Morumbi, em São Paulo Árbitro: José Henrique de CarvalhoAuxiliares: Ednilson Corona e Ana Paula da Silva OliveiraCartões amarelos: Canindé (SC), Fábio Costa (S), Triguinho (SC), Ávalos (S), Douglas (SC), Jonas (S), Luís Alberto (SC), Paulo Sérgio (SC), Moraes (S), Ademir Sopa (SC), Adaílton (S)Cartão vermelho: Luiz Alberto (SC)Gols: Adaílton, aos 24min do primeiro tempo; Moraes, aos 36min do segundo tempo.

Adaílton comemora o primeiro gol

Adaílton comemora o primeiro gol do Santos na decisão contra o São Caetano



06/05/2007 - 18h33m - Atualizado em 06/05/2007 - 18h58m

Um novo bi após 38 anos
Na última vez que time conquistou dois estaduais seguidos, Pelé estava em campo.

Adilson Barros
Do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo





Após 38 anos, o Santos volta a conquistar dois campeonatos paulistas seguidos.
Campeão estadual em 2006, o Alvinegro conseguiu superar o São Caetano e assegurou o bi em 2007.

Desde 1968/1969, quando Pelé regia o time alvinegro, o Peixe não conquista dois títulos estaduais seguidos. Em 69, na verdade, a equipe foi tri, pois havia vencido também em 1967. De 1960 a 1969, o Santos conquistou sete títulos paulistas. Foi parado apenas pelo Palmeiras, campeão em 1963 e 1966.

Os tempos são outros, mas o Alvinegro apresenta números de fazer inveja a Pelé e seus contemporâneos. Neste ano, o Peixe terminou a primeira fase com aproveitamento de 87,7% dos pontos. Em 69, com Pelé, o time teve 69,2% de aproveitamento na fase inicial

Por outro lado, neste ano o Peixe disputou a semifinal contra o Bragantino e despachou o Azulão na final. Há 38 anos, o Alvinegro teve que vencer um quadrangular contra Corinthians, São Paulo e Palmeiras para ficar com o título.

E não é só o Santos que está perto de repetir um feito histórico. O técnico Vanderlei Luxemburgo, também. Com a conquista deste domingo, o treinador chega a seu segundo bicampeonato estadual. O último time a conquistar o Paulistão em dois anos seguidos foi o Palmeiras, em 1993 e 94, sob o comando de Luxa, que também estava à frente do Peixe na conquista do ano passado.



O SANTOS DE 1968/69 O SANTOS DE 2006/07

O Santos de Pelé, que conquistou o título paulista em 1968 e 1969,fez 55 jogos. Ganhou 40 vezes, empatou seis e perdeu nove partidas. Marcou 134 gols e sofreu 53. O time teve um aproveitamento de 78,1% dos pontos. O Santos de Zé Roberto, que conquistou o título paulista em 2006 e 2007,fez 42 jogos. Ganhou 31 vezes, empatou cinco e perdeu seis partidas. Marcou 80 gols e sofreu 40. O time teve um aproveitamento de 77,7% dos pontos.


Saiba mais

» VÍDEO: O gol do título!!! Kleber cruza e Moraes marca de cabeça » Pedrinho: arma secreta do Santos



06/05/2007 - 18h03m - Atualizado em 06/05/2007 - 19h52m

Santos devolve placar e é bicampeã.
Time vence o São Caetano por 2 a 0 em partida emocionante no Morumbi
GLOBOESPORTE.COM Em São Paulo


O Santos entrou em campo neste domingo, no Morumbi, como favorito. O São Caetano carregou consigo a vantagem de ter vencido o primeiro confronto por 2 a 0. Venceu a camisa alvinegra, que devolveu o placar da primeira partida e garantiu o bicampeonato paulista, o primeiro do Peixe depois da Era Pelé! O Azulão tinha uma bela vantagem: podia até perder por 1 a 0 que ficava com o título. Mas o Peixe, dono da melhor campanha da competição, jogava por dois resultados iguais. Precisava ganhar por 2 a 0. Conseguiu. As cabeças certeiras de Adaílton (assista ao vídeo do gol) e de Moraes permitiram a festa alvinegra.


Toma lá, dá cá

O Santos precisava fazer dois gols e não levar nenhum para ser campeão. Por isso pressionou o Azulão desde o primeiro minuto. Zé Roberto criou duas boas chances, mas Marcos Aurélio concluiu para fora em ambas. E foi dos pés de Zé Roberto que o gol do Peixe teve início. Em uma jogada individual do meia, o rival cedeu o escanteio. Pedrinho cobrou aos 24 e Adaílton subiu mais do que os marcadores para fazer um belo gol de cabeça.
O São Caetano não conseguia criar chances de gol, e precisou se segurar muito para suportar a pressão do ávido Santos. O goleiro Luiz salvou o time do ABC em algumas oportunidades, como aos 30, em um bomba de Rodrigo Souto. Um minuto depois, o camisa 1 teve uma ajuda da trave para evitar o segundo gol.
Assim que acabou o primeiro tempo, o técnico Dorival Júnior foi reclamar da arbitragem. Na opinião dele, José Henrique de Carvalho errou ao punir Triguinho com um cartão amarelo e não fazer o mesmo quando os jogadores do Peixe que cometeram faltas mais duras. Vanderlei Luxemburgo não deixou o rival reclamar e se meteu na confusão:
"Deixa ele apitar o jogo, no grito você não vai ganhar não. Sou macaco velho, não vai pressionar o árbitro"Vanderlei Luxemburgo, técnico do Santos
A pressão santista continuou no segundo tempo. Júnior voltou com Galiardo no lugar de Canindé, que não teve a atuação que o treinador esperava. O jogador entrou com a missão de marcar Zé Roberto, um dos melhores em campo.
Aos 15, Cléber Santana também estufou a rede de Luiz com um gol de cabeça, mas este foi corretamente anulado pelo árbitro, porque o jogador estava impedido. Alívio na torcida do Azulão!
Aos 36, apoiado pelo torcedor, Kléber colocou a bola na cabeça do novato Moraes, que marcou de cabeça. O garoto mostrou que o futebol está mesmo no seu sangue: é filho do ex-jogador santista Aloísio Guerreiro e irmão de Bruno, jogador do Porto (POR).
A torcida do Peixe foi ao delírio após o segundo gol. Luiz Alberto, do Azulão, foi expulso por falta em Moraes e uma pequena confusão se formou. Tudo terminado, restou ao Santos rezar pelo fim da partida. O alívio veio aos 49, com a festa dos jogadores e sem a presença de Vanderlei, que foi embora antes do apito final. Uma tradição para o técnico campeão.

quinta-feira, maio 03, 2007

Apenas um pensamento

O verdadeiro guerreiro é aquele que tem a coragem de enfrentar a si próprio;
e quando preciso o reeduca.

quarta-feira, maio 02, 2007

SP


Manhã de sexta no centro de São Paulo.

A música que eu ouvia: