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quinta-feira, maio 17, 2007

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quarta-feira, maio 09, 2007

As ovelhas e o pastor

Durante os anos da juventude se venera ou se despreza com maior veemência aos ídolos, os heróis, as idéias, e até mesmo os sonhos; não é diferente com a fé. Depois nos estacionamos acomodados, e estagnados sequer refletimos o que somos e sob qual influência vivemos.

Como saber que se tem fé, fé em Deus, ou se somos apenas marionetes nas mãos de hábeis técnicos dogmatistas manipuladores da fé humana? E como se mede a fé?

Sonhamos em sono turbulentos...
Dormimos sob turbulências, e nos acostumamos, como se estivéssemos em paz ouvindo hinos celestiais.

E quando nos desiludimos seguimos por outro caminho, outro pastor, outra mente, e desprezamos-nos a nós mesmos; nossos valores, nossas herdades de remotos princípios, de origem confiável: o amor dos nossos antepassados; sobretudo desprezamos nosso ser absoluto, nossos sonhos, nossa fé, nossa inteligência.

O homem verdadeiramente regenerado se orgulha do seu passado, o sofrimento e a sua transformação sem jamais se vangloriar das suas maldades, principalmente males acometidos contra o próximo, seu semelhante; antes deveria se envergonhar e a si mesmo se punir.

A única mácula aceitável num líder espiritual são marcas advindas da fé, e quem age pela fé age com consciência; portanto quem pratica o mal com consciência nunca terá dignidade para ser um líder de tamanha responsabilidade; se arrependido e regenerado, seu bom senso o limitaria; No máximo sua conduta e participação o permitiriam relatar seu passado horroroso sem expressar heroísmo.

Os livros bíblicos têm se tornado em armas e escudos perigosos nas mãos e ouvidos de humildes ignorantes e expertos nas artes diabólicas. E por detrás de cada verso de cada página se encolhe o ser divino e se agiganta mente diabólica que se escarnece de Deus e da sua palavra, e da sua obra, o homem.
E muitas vezes gritamos alto e com incomensurável fé: Amém! Aleluia!!!!...

A inclinação à cólera e o instinto de veneração, que são próprios do jovem, e a fé do ser humano adulto inflexível, contribuem para a propagação da desgraça da humanidade.
A liberdade precisa existir, é essencial para o bem-estar, mas precisa-se de leis que as gerencie.

Creiamos; criamos no homem e em Deus. Mas creiamos em Deus acima de tudo, e creiamos em Deus, cada um através de si mesmo. A fé que se aflora da própria inteligência é a melhor conexão com a vida e nos proporciona a legítima interação com Deus.

O demônio é o tenebroso predador da natureza humana, e para tanto se satisfazer usa o próprio homem, obra de Deus. Você sabe quem é, e para onde, e para quem te conduz o seu pastor?

segunda-feira, maio 07, 2007

Relíquias do esporte


06/05/2007
Santos devolve placar e é bicampeão
Time vence o São Caetano por 2 a 0 em partida emocionante no Morumbi
O Santos entrou em campo neste domingo, no Morumbi, como favorito. O São Caetano carregou consigo a vantagem de ter vencido o primeiro confronto por 2 a 0. Venceu a camisa alvinegra, que devolveu o placar da primeira partida e garantiu o bicampeonato paulista, o primeiro do Peixe depois da Era Pelé! O Azulão tinha uma bela vantagem: podia até perder por 1 a 0 que ficava com o título. Mas o Peixe, dono da melhor campanha da competição, jogava por dois resultados iguais. Precisava ganhar por 2 a 0. Conseguiu. As cabeças certeiras de Adaílton (assista ao vídeo do gol) e de Moraes permitiram a festa alvinegra.


Toma lá, dá cá

O Santos precisava fazer dois gols e não levar nenhum para ser campeão. Por isso pressionou o Azulão desde o primeiro minuto. Zé Roberto criou duas boas chances, mas Marcos Aurélio concluiu para fora em ambas. E foi dos pés de Zé Roberto que o gol do Peixe teve início. Em uma jogada individual do meia, o rival cedeu o escanteio. Pedrinho cobrou aos 24 e Adaílton subiu mais do que os marcadores para fazer um belo gol de cabeça.
O São Caetano não conseguia criar chances de gol, e precisou se segurar muito para suportar a pressão do ávido Santos. O goleiro Luiz salvou o time do ABC em algumas oportunidades, como aos 30, em um bomba de Rodrigo Souto. Um minuto depois, o camisa 1 teve uma ajuda da trave para evitar o segundo gol.
Assim que acabou o primeiro tempo, o técnico Dorival Júnior foi reclamar da arbitragem. Na opinião dele, José Henrique de Carvalho errou ao punir Triguinho com um cartão amarelo e não fazer o mesmo quando os jogadores do Peixe que cometeram faltas mais duras. Vanderlei Luxemburgo não deixou o rival reclamar e se meteu na confusão:
"Deixa ele apitar o jogo, no grito você não vai ganhar não. Sou macaco velho, não vai pressionar o árbitro"Vanderlei Luxemburgo, técnico do Santos
A pressão santista continuou no segundo tempo. Júnior voltou com Galiardo no lugar de Canindé, que não teve a atuação que o treinador esperava. O jogador entrou com a missão de marcar Zé Roberto, um dos melhores em campo.
Aos 15, Cléber Santana também estufou a rede de Luiz com um gol de cabeça, mas este foi corretamente anulado pelo árbitro, porque o jogador estava impedido. Alívio na torcida do Azulão!
Aos 36, apoiado pelo torcedor, Kléber colocou a bola na cabeça do novato Moraes, que marcou de cabeça. O garoto mostrou que o futebol está mesmo no seu sangue: é filho do ex-jogador santista Aloísio Guerreiro e irmão de Bruno, jogador do Porto (POR).
A torcida do Peixe foi ao delírio após o segundo gol. Luiz Alberto, do Azulão, foi expulso por falta em Moraes e uma pequena confusão se formou. Tudo terminado, restou ao Santos rezar pelo fim da partida. O alívio veio aos 49, com a festa dos jogadores e sem a presença de Vanderlei, que foi embora antes do apito final. Uma tradição para o técnico campeão.
07/05/2007 - 05h35m
Peixe comemora o bi em família
Santistas levam amigos e parentes para jantar em um restaurante de Santos
(Adilson Barros do GLOBOESPORTE.COM)


Uma festa em família. Foi assim que os santistas comemoraram o bicampeonato paulista, em festa que entrou madrugada adentro em uma churrascaria de Santos. Nada de muita extravagância, balada ou excessos. Todos os jogadores levaram amigos, pais, filhos e parentes mais próximos para curtir o jantar.
O GLOBOESPORTE.COM esteve lá registrando a alegria dos jogadores do Peixe, que conquistaram o Paulistão 2007 ao vencer o São Caetano por 2 a 0, neste domingo, no Morumbi.
Alguns jogadores posaram para fotos para familiares dos colegas. Foi o caso de Cléber Santana, que saiu na foto com a mãe e a irmã de Marcos Aurélio.
- Ele é um menino muito bom. Parabéns – disse o meia, cumprimentando a mãe do atacante alvinegro.
O técnico Vanderlei Luxemburgo bancou o avô coruja. Não se cansava de mostrar a neta Gabriela para todos. Dona de grandes olhos verdes, e pequena é o orgulho do avô. - Fala sério: ela puxou os meus olhos, não? – brincava Vanderlei.
O treinador santista diz que o segredo do Peixe bicampeão é exatamente esse: o grupo funciona como uma família. Nem mesmo as saídas do lateral Pedro e do atacante Rodrigo Tiuí abalaram essa união.
- O título é deles também. Os dois podem não ter tido uma atitude correta, mas foram importantes para o nosso grupo enquanto estiveram aqui – afirma o treinador.