A vida basta.
Ou bastaria
Se possível a tivéssemos simples,
O excesso do nada se sobrepõe a tudo,
Vivemos sufocados pela necessidade da luxúria
Futilidades
E morreremos lutando para morrermos na miséria que a nós nos mata
Não lentamente
Lentamente morrem as gerações
Nós já somos o encerro apocalíptico
E sequer sabemos quando, por quê, e como nos perdemos.
Talvez nas celas
Talvez nas searas
Talvez nas telas...
Que seja!
Uma TV de plasma comporta muitos telespectadores
Uma cela que aos espectros mata a fome e conforta estômagos
A outros inúmeros regula o intestino
A outros se controla os instintos;
As bocas que consomem, somem
No estômago vazio por horas e horas
Horas a fio...Oras!
Mas o trabalho assiste às vitrines
E elas aos astros e estrelas
E os espectadores a tele-inversão.
segunda-feira, maio 28, 2007
domingo, maio 27, 2007
Hoje
Cesta, flores, sol, e domingo
Em meu peito abrem-se de novo antigas chagas
Quando as noites se fazem mais frias
E as manhãs nebulosas expiram
O bafo aromático dos feitos noturnos
Faces carregadas de cansaço e alívio
De noites mal-dormidas
Por amor ou dor, solidão...
Todos tomam café da manhã
Até ao meio dia
Até onde rasgará esta ferida?
Tudo se enleia num rasgo sem nexo
Para a unificação de uma única cicatriz...
Nossas dores suportadas em silêncio
São cicatrizes de feridas aparentes
Ferida que nunca se fecha fecha-nos;
Dividimos o indivisível
Para tudo tornar invisível
Toma-se cafeína
Cada qual toma seu café
Amargo?
Cospe-se por ai as amarguras.
Prazer nem para o sexo
Faz-se por fazer
Por vício ou obrigação
Consciente da inconsciência
Do contágio da putrefação.
Ai! Ais que se curam...
Curvo-me diante da insensatez
Como seria a vida feita só de razão
Razão por razão é aritmética;
Sou mais os insetos minúsculos
Que tecem e produzem
Que fazem mel e veneno
E da voz aos olhos
E tornam a insanidade dos sábios
Na loucura da sabedoria de suave expressão.
Bebamos café!
Hoje se alia à minha solidão que se estende da noite
Fantasmas projetando-se já dantes manifestos
No futuro de hoje e de dias distantes
Como se não bastasse a palavra em si
E essa representatividade enigmática e imprevisível
O vento que sob o sol se agita
O dia _ prenúncio de destruição_ veículo para eterna noite,
Há manchetes assustadoras em todos os jornais e revistas
E evitamos a luz para não sangrar as vistas
Reuniões de emergência para camuflar negligências
Nenhum projeto em pauta
Para se estabelecer paz, nenhum plano...
Seguimos estrelas para a escuridão.
Quantas flores, neste domingo, celebrariam a perfeita união dos amantes
Unen-se, entanto, em coroa e perfume
Para adorno de jazigos de corpos precocemente abatidos
Por nossas mãos_ membros dessa gangue sociedade errante e insensível?
Cada dia é uma página por nós ilustrada
Com imagens de chacinas e miséria, e corrupção.
E a justiça é cega, e cega, e nada se vê.
E os direitos humanos faz-se em prol dos desumanos.
E a religião_ paiol da fé_ constrói templos luxuosos e edifícios
Para a propagação de sacrifícios
Com o suor dos ingênuos fiéis
E o pão?
Qual pão alimentar-nos-á
Se comíamos esperança e esperança já não temos
Se nos alimentávamos de domingo
E o domingo fez-se insípido, triste...
A fé já não é mais fé, é fetiche,
E do verbo vida não se conjuga nenhum tempo
Nada mais é o que existe
Tudo é feito ou efeito.
Abro os olhos e vejo cegueira
De morte
De corpo sem alma
E almas em delírio
Num transe vago um lampejo
E um beijo de morte
Logo o tédio na brisa do repentino desejo
E os olhares dos olhos se repelem
Aflitos a olhares alheios
Não pousam; perdem-se;
No fundo escuro de taças borras
De flores de cachimbo
De domingo de barro
De pó de nozes
De nós
De manhã.
Quanto a mim nada faço
Não tenho mãos para arregaço
Nem título nem índice
Nenhum verso para a história
Nenhum choque n’alguma memória
Nem poesia;
Só suspiro, sou cúmplice,
_parte íntegra dessa hipocrisia... CIDADANIA.
Em meu peito abrem-se de novo antigas chagas
Quando as noites se fazem mais frias
E as manhãs nebulosas expiram
O bafo aromático dos feitos noturnos
Faces carregadas de cansaço e alívio
De noites mal-dormidas
Por amor ou dor, solidão...
Todos tomam café da manhã
Até ao meio dia
Até onde rasgará esta ferida?
Tudo se enleia num rasgo sem nexo
Para a unificação de uma única cicatriz...
Nossas dores suportadas em silêncio
São cicatrizes de feridas aparentes
Ferida que nunca se fecha fecha-nos;
Dividimos o indivisível
Para tudo tornar invisível
Toma-se cafeína
Cada qual toma seu café
Amargo?
Cospe-se por ai as amarguras.
Prazer nem para o sexo
Faz-se por fazer
Por vício ou obrigação
Consciente da inconsciência
Do contágio da putrefação.
Ai! Ais que se curam...
Curvo-me diante da insensatez
Como seria a vida feita só de razão
Razão por razão é aritmética;
Sou mais os insetos minúsculos
Que tecem e produzem
Que fazem mel e veneno
E da voz aos olhos
E tornam a insanidade dos sábios
Na loucura da sabedoria de suave expressão.
Bebamos café!
Hoje se alia à minha solidão que se estende da noite
Fantasmas projetando-se já dantes manifestos
No futuro de hoje e de dias distantes
Como se não bastasse a palavra em si
E essa representatividade enigmática e imprevisível
O vento que sob o sol se agita
O dia _ prenúncio de destruição_ veículo para eterna noite,
Há manchetes assustadoras em todos os jornais e revistas
E evitamos a luz para não sangrar as vistas
Reuniões de emergência para camuflar negligências
Nenhum projeto em pauta
Para se estabelecer paz, nenhum plano...
Seguimos estrelas para a escuridão.
Quantas flores, neste domingo, celebrariam a perfeita união dos amantes
Unen-se, entanto, em coroa e perfume
Para adorno de jazigos de corpos precocemente abatidos
Por nossas mãos_ membros dessa gangue sociedade errante e insensível?
Cada dia é uma página por nós ilustrada
Com imagens de chacinas e miséria, e corrupção.
E a justiça é cega, e cega, e nada se vê.
E os direitos humanos faz-se em prol dos desumanos.
E a religião_ paiol da fé_ constrói templos luxuosos e edifícios
Para a propagação de sacrifícios
Com o suor dos ingênuos fiéis
E o pão?
Qual pão alimentar-nos-á
Se comíamos esperança e esperança já não temos
Se nos alimentávamos de domingo
E o domingo fez-se insípido, triste...
A fé já não é mais fé, é fetiche,
E do verbo vida não se conjuga nenhum tempo
Nada mais é o que existe
Tudo é feito ou efeito.
Abro os olhos e vejo cegueira
De morte
De corpo sem alma
E almas em delírio
Num transe vago um lampejo
E um beijo de morte
Logo o tédio na brisa do repentino desejo
E os olhares dos olhos se repelem
Aflitos a olhares alheios
Não pousam; perdem-se;
No fundo escuro de taças borras
De flores de cachimbo
De domingo de barro
De pó de nozes
De nós
De manhã.
Quanto a mim nada faço
Não tenho mãos para arregaço
Nem título nem índice
Nenhum verso para a história
Nenhum choque n’alguma memória
Nem poesia;
Só suspiro, sou cúmplice,
_parte íntegra dessa hipocrisia... CIDADANIA.
sexta-feira, maio 25, 2007
Vinicios de Moraes
Soneto de separação (Vinicius de Moraes)
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se triste o que fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Veja também:
Poemas-sol
http://solpoesia.blogspot.com/
Requinte e qualidade- os melhores vídeos
http://look-videos.blogspot.com/
Nova poética
http://ray.ray.zip.net/
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se triste o que fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
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segunda-feira, maio 21, 2007
Leonardo Da Vinci - O Gênio

Leonardo da Vinci

A Vida:
Leonardo nasceu a 15 de abril de 1452, na vila de Vinci, perto de Florença. Filho ilegítimo de Piero da Vinci, escrivão do vilarejo, sempre foi muito apegado ao pai e à mãe, Caterina.
Desde pequeno Leonardo manifestou seus muitos talentos: excelente esportista, ótimo nadador e cavaleiro, engenhoso artesão e mecânico, o desenho e a pintura também o atraíam.
Em 1470, Piero da Vinci levou alguns desenhos de seu filho para o artista Andrea del Verrocchio, célebre professor. Del Verrocchio, percebendo o talento de Leonardo, recebeu-o em sua casa como aprendiz, até 1477. Com ele, Leonardo aprendeu as técnicas da pintura e escultura, bem como de ferreiro e mecânico.
Os seguintes passos da sua vida não podem ser estabelecidos com muita precisão. Sabe-se que ele, após deixar o estúdio de Verrocchio, permaneceu vários anos em Florença. Como protegido de um Médici: Lourenço, o Magnífico.
Após Lourenço rejeitar seu projeto para canalização do rio Arno, Leonardo muda-se para Milão, onde Ludovico Sforza, o Mouro, tinha se firmado no poder. Leonardo escreveu-lhe uma carta de apresentação na qual ele colocava "os seus segredos" à sua disposição em tempos de guerra e paz. Dizia-se capaz de construir pontes portáteis para perseguir o inimigo, cavar túneis por baixo de rios e destruir fortalezas. Afirmava Ter inventado um novo tipo de bombarda, uma carreta blindada e um navio à prova de bombas, também tinha planos para a construção de uma estranha arma submarina de defesa e ataque. Além de proclamar-se capaz de realizar obras de pintura e escultura à altura de qualquer artista importante da época.
Ludovido mandou chamar o audacioso jovem e pôde verificar, assombrado, a universalidade de seus conhecimentos. Leonardo não exagerara em sua apresentação, aliando uma personalidade fascinante à suas capacidades de escultor, pintor, arquiteto, engenheiro, músico, anatomista, naturalista, matemático, inventor, astrônomo e filósofo.
Alguns biógrafos afirmam que Ludovido acolheu Leonardo devido a um projeto para o erguimento de uma estátua em homenagem a seu pai, Francesco Sforza. Outros argumentam que foram os dotes musicais de Leonardo que impressionaram o duque de sobremaneira.
Foi em Milão que Leonardo pintou a "Última Ceia", considerada por muitos sua obra prima. Conta-se, sobre esta obra, que o prior do convento de Santa Maria delle Grazie, onde a obra estava sendo realizada, impaciente com a demora, foi reclamar ao duque Ludovico, que chamou Leonardo para explicações. Entre outros motivos, Leonardo deu como causa para a demora a dificuldade em encontrar um modelo para Judas, propôs, então, que como não houvesse outro recurso, utilizasse o prior como modelo. Leonardo pôde terminar seu trabalho sossegado.
Em 1499, quando Milão foi conquistada por Luís XII, Leonardo abandonou a cidade e permaneceu por um breve tempo em Mântua, protegido pela duquesa Isabella Gonzaga. Foi à Veneza, e ali residiu até abril de 1500, quando Ludovico foi definitivamente derrotado e preso. Leonardo desistiu de voltar à Milão e seguiu à Florença. Só voltaria àquela cidade em 1506, a convite de Charles d’Ambrosie, marechal de Chaumont e braço direito do Rei da França na Lombardia. Em setembro do ano seguinte, porém, regressou à Florença para cuidar da divisão dos bens de seu pai, que falecera sem deixar testamento. Lá ele permaneceu até 1511, período no qual fez amizade com Francesco Melzi, a quem confiaria seus manuscritos ao morrer.
Em 1512, Leonardo transferiu-se para Roma, aonde havia intenso movimento cultural e contava com a admiração do Papa Leão X, um Médici recém-eleito. Embora aparentemente favorável, o ambiente da cidade revelou-se adverso à Leonardo, tanto por suas experiências científicas mal interpretadas, como pela presença de uma geração mais jovem de artistas (Michelangelo e Rafael) que conquistava a preferência dos nobres. Não hesitou, portanto, em aceitar o convite de Francisco I, sucessor de Luís XII no trono da França, para morar em Cloux, perto de Ambrosie, no castelo com que o soberano o presenteara.
Na França, Leonardo viveu seus últimos dias, morrendo a 2 de maio de 1519, após receber os sacramentos da Igreja, e, ao que se conta, nos braços do rei Francisco I.
Profeta e Engenheiro
Leonardo tinha sempre um hábito: reunir uma pequena multidão em praça pública para expor suas idéias de engenheiro, pintor, escultor, filósofo, músico ou poeta. Espirituoso, sabia como prender o público com anedotas e fábulas que inventava com grande perfeição, e coma as músicas que tirava de sua lira. "Quem não ama a vida, não a merece", dizia.
Mais do que com suas anedotas e músicas, Leonardo deixava o público boquiaberto com seus mirabolantes projetos. Máquinas capazes de fazer o homem voar, barcos que navegam sob a água, armas infernais de guerra, e ainda profetizava conquistas somente alcançadas séculos depois:
"Com pedra e ferro, tornar-se-ão visíveis coisas que não aparecem"
"Homens falarão a outros de longínquos países e obterão respostas"
"Imitando os pássaros, o homem ainda aprenderá a voar"
Afirmando que uma ciência é tanto mais ciência quanto permite conhecer exatamente as coisas, seja o comportamento do vidro ou dos movimentos do estômago, Leonardo afrontou toda a prevenção contra as artes mecânicas que havia pesado sobre a antiguidade, aonde todo aquele que não se ocupasse com a ciência do espírito era relegado a uma categoria inferior. Com ele, imaginar e construir máquinas passou a ser considerada uma pesquisa experimental das leis da mecânica. Por este aspecto, e não pelos engenhos espantosos que idealizou e nunca funcionaram (nem funcionariam), pode ser tido como um dos precursores da metodologia científica.
O Físico

Leonardo defendia que: "Para conhecer os movimentos do organismo, é preciso antes estudar o movimento em si". Procurou interpretar o movimento dos corpos, observando mesmo sem o auxílio de instrumentos o deslocamento de corpos celestes.
Leonardo intuiu a idéia de impulso e quantidade de movimento, dizendo: "Impulso é a impressão de movimento transferido ao motor do móvel". Analisando seus textos, conclui-se que ele também concebeu o princípio da inércia, embora sem o rigor caracterizado por Galileu:
"Toda impressão tende a permanecer como mostra o modelo do movimento impresso a um móvel".
"Nenhuma coisa se move por sí mesma, mas seu movimento é produzido por outros".
"Todo movimento espera ser mantido, ou seja, todo corpo em movimento move-se enquanto conserva a impressão da potência de seu motor".
Leonardo realizou estudos extensos sobre a mecânica dos fluidos. Tinha várias idéias sobre como remover a água de um local para outro e comprovou seus conhecimentos em hidrodinâmica com a construção de canais. Formulou teorias para a formação das chuvas, observando o congelamento da água e a evaporação devida ao calor. Enunciou que: "O mar é eqüidistante do centro da Terra e é a superfície mais baixa do mundo". Expressou suas idéias sobre o curso dos rios, adversas de seus contemporâneos: "As partes mais baixas de uma montanha são aquelas em que se unem os vales, e a parte mais baixa de um vale é o rio, causa destes vales. Os rios tem suas partes mais baixas na confluência com o rio principal, onde, perdendo sua forma, perdem igualmente o nome. Enfim, a parte mais baixa dos rios principais é o mar, onde os rios e seus afluentes repousam de suas peregrinação".
Em suas anotações, também expõe o conceito de vazão, explicando porque a água corre mais rapidamente nas partes mais estreitas de um canal.
No campo da Astronomia, Leonardo refutou a teoria de Ptolomeu segundo a qual o Universo seria formado de esferas concêntricas, tendo como centro a Terra, girando umas sobre as outras. Também contestou a afirmação do filósofo grego Heráclito de Éfeso, segundo o qual o Sol teria 33 centímetros de diâmetro. Comparando a cor da luz solar com a do bronze fundido, invalidou as teorias de que o Sol seria uma estrela fria, simplesmente por não exibir "cor de fogo". Observou que a luz solar atravessa o ar e água (em pequenas quantidades) sem sofrer absorção aparente. Concluiu que os planetas não têm luz própria, mas refletem a do Sol.
Anatomia e Fisiologia

Artista, levando a perfeição ao limite da obsessão, Leonardo estudou profundamente a anatomia humana e de animais, principalmente de cavalos. Dissecou mais de trinta corpos de homens e mulheres de todas as idades, quando a dissecação era prática rara e mesmo mal vista, condenada pelo papa Leão X.
Pesquisou a estrutura dos ossos, representou o tórax, a bacia, a coluna vertebral e o crânio, que desenhou em planos ainda utilizados em Atlas anatômicos. Observou alterações ósseas com a idade do indivíduo, a posição dos ossos. Dedicou cento e quarenta desenhos à localização dos músculos, estudou a posição relativa dos mesmos, dos vasos e dos nervos.
Descobriu a glândula tireóide, bem como a existência de várias outras. Analisando o sistema urogenital, fez anotações impressionantes sobre a placenta, o cordão umbilical e as vias de nutrição fetal. Examinou ainda o sistema nervoso central e periférico, bem como os órgãos dos sentidos.
Estudou o coração, concluindo que este órgão é puramente massa muscular alimentada por veias, como todos os outros músculos.
Impressionado com sua descoberta de 24 músculos na língua, procurou analisar a posição deste órgão, dos lábios, dentes, traquéia e cordas vocais, realizando pesquisas em Foniatria e Fonoaudiologia, ramos estruturados como disciplinas científicas somente no século XX.
Botânico, Químico, Matemático, Filósofo:
Leonardo ainda estudou as plantas. Estudou a origem dos ramos menores a partir dos maiores, a influência do ar, da luz solar, do orvalho e dos sais da terra na vida das plantas.
Leonardo realizou experiências sobre transformações das substâncias, elasticidade e compressibilidade.
Atribuiu grande importância à Matemática como forma de expressão das leis da física, afirmando que: "Investigação alguma pode ser chamada de verdadeira ciência se não passar pelas demonstrações matemáticas".
Um aspecto curioso sobre Leonardo era que, sendo ambidestro, escrevia tanto da esquerda para a direita, quanto da direita para a esquerda. A escrita incomum tornava difícil sua leitura (era necessário usar um espelho). Porém, segundo Stefano De Simone, essa intenção escapou a Leonardo. Ele escrevia com a mão direita os resultados do estudo e reflexão crítica, e com a esquerda (da direita para a esquerda) as coisas que lhe vinham à mente, espontaneamente.
A Mona Lisa:

Pintada em 1503-06, a pintura mais famosa de Leonardo da Vinci, e provavelmente a mais famosa do mundo, é a Mona Lisa, intitulada: La Gioconda, que, com seu sorriso enigmático, deu à pintura fama universal.
A história da pintura não é clara e foi alvo de muita discussão. De acordo com Vasari, a modelo é uma jovem mulher Florentina (Mona) Lisa, que, em 1945 casou-se com Francesco del Giocondo, e, portanto, ficou conhecida como "La Gioconda". O trabalho provavelmente foi feito durante a segunda estada de Leonardo em Florença, e ele gostou tanto de sua obra que o carregou consigo para a França, aonde foi vendido a Francisco I.
Há controvérsias a esta teoria para a origem do quadro, porém, no que Leonardo sempre manteve um registro dos modelos que se utilizava nas pinturas, mas não há um registro para qualquer modelo para a Mona Lisa. A doutora Lillian Schwartz, dos laboratórios Bell, formulou a teoria de que a Mona Lisa teria sido um auto-retrato de Leonardo, e conseguiu apoiar sua tese através da digitalização dos dois retratos e superposição das imagens, mostrando claramente que os traços faciais da Mona Lisa se encaixam nos de Leonardo da Vinci.
domingo, maio 20, 2007
Bob Dylan- Blowin' In The Wind
Bob Dylan- Like A Rolling Stone
Bob Dylan Sings To Sanjava. With Bunnies!
Johnny Cash: Hurt
Bob dylan-"It's All Over Now, Baby Blue"
The Death of Emmett Till. Bob Dylan
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