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quarta-feira, fevereiro 04, 2026

O Paradoxo da Abundância: Quando a Riqueza Cresce e a Fome Persiste

Vivemos a era mais tecnologicamente avançada da história humana. Algoritmos de inteligência artificial escrevem poesias, robôs realizam cirurgias com precisão microscópica, bilionários planejam colonizar Marte. Nunca a humanidade produziu tanta riqueza, nunca dominou tanto a natureza, nunca teve tanto poder sobre a matéria e a informação. E, no entanto, quase 700 milhões de pessoas ainda vivem em extrema pobreza, crianças morrem de doenças facilmente evitáveis, e milhões não têm acesso a água potável.

Esta contradição não é um acidente da história — é seu projeto mais deliberado.

A tecnologia, que prometia libertar a humanidade do trabalho exaustivo e da escassez, tornou-se instrumento de concentração sem precedentes. Enquanto startups do Vale do Silício são avaliadas em bilhões antes mesmo de gerarem lucro, trabalhadores de aplicativos disputam corridas por migalhas, sem direitos trabalhistas, sem dignidade, transformados em algoritmos de carne e osso. A automação, que deveria reduzir nossa jornada de trabalho e expandir nosso tempo livre, apenas multiplicou os lucros de poucos enquanto precariza a existência de muitos.

Os números revelam uma obscenidade matemática: as dez pessoas mais ricas do mundo possuem mais riqueza que os 3,1 bilhões mais pobres. Um único bilionário poderia acabar com a fome em nações inteiras sem sequer sentir o impacto em sua fortuna. Mas a lógica do capital não conhece compaixão, apenas acumulação. A riqueza não existe para ser distribuída, mas para gerar mais riqueza — um ciclo autofágico que devora sociedades inteiras em nome do crescimento perpétuo.

E a tecnologia acelera esta devoração. Plataformas digitais extraem dados como se fossem petróleo do século XXI, transformando cada clique, cada curtida, cada momento de nossa atenção em commodity. Pagamos pelos produtos que compramos e pagamos novamente com nossa privacidade, nossos hábitos, nossa subjetividade. Somos simultaneamente consumidores e mercadoria.

Enquanto isso, a miséria se moderniza. Não é mais apenas a fome descrita por romancistas do século XIX — é a fome do entregador que percorre 80 quilômetros de bicicleta por dia, é a dívida estudantil que aprisiona jovens por décadas, é o desemprego tecnológico que transforma trabalhadores experientes em obsoletos da noite para o dia. A miséria agora tem WiFi, mas continua sem ter teto, sem ter comida, sem ter futuro.

O mais perverso é que nos venderam a narrativa de que este é o único caminho possível, que a desigualdade é natural como a gravidade, que os bilionários são gênios visionários e não beneficiários de um sistema viciado desde sua fundação. Celebramos quem "venceu na vida" sem questionar quantos precisaram perder para que poucos vencessem.

A verdade inconveniente é que temos recursos, tecnologia e conhecimento suficientes para erradicar a fome, garantir moradia digna a todos, universalizar a educação e a saúde. O que nos falta não é capacidade técnica — é vontade política. É escolha. Todos os dias, coletivamente, escolhemos este mundo onde bilionários brincam de astronautas enquanto mães decidem qual filho comerá hoje.

A questão que nos persegue não é "podemos criar um mundo melhor?" — sabemos que podemos. A pergunta verdadeira é: "teremos coragem de construí-lo?" Ou continuaremos adorando no altar do progresso tecnológico enquanto a humanidade, essa estranha espécie capaz de dividir átomos mas incapaz de dividir o pão, marcha solene rumo ao absurdo de sua própria contradição?

Desvendando a Nova NR-1: O Guia da Dignidade

 

O Guia da Dignidade: Desvendando a Nova NR-1

Um Manual de Sobrevivência e Consciência para o Trabalho Contemporâneo

Introdução: A Luz que Incomoda os Porões

Por décadas, a segurança do trabalho no Brasil foi tratada como uma questão de capacetes, botas e luvas. Se o corpo estivesse inteiro, a empresa estava em conformidade. Mas o que dizer da alma que se fragmenta no escritório? O que dizer da mente que adoece sob a bota invisível de gestores que confundem autoridade com tirania?

O Ministério do Trabalho e Emprego, ao atualizar a NR-1 (Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), finalmente admitiu o óbvio: o trabalho não pode ser um moedor de gente. Este guia explica como a lei agora exige que as empresas olhem para o ser humano além do crachá.

Capítulo 1: O Que é a NR-1? (O Alicate das Normas)

A NR-1 é a "Constituição" da segurança do trabalho. Ela estabelece as diretrizes que todas as outras normas (as NRs) devem seguir.

O que mudou na essência? Antes, a segurança era reativa: esperava-se o acidente para agir. Agora, a NR-1 introduz o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). A palavra de ordem é prevenção.

Ponto-Chave: Se a sua empresa (não importa o tamanho) não identifica o que pode causar dano ao trabalhador antes que o dano ocorra, ela está fora da lei.

Capítulo 2: Riscos Psicossociais – A Fronteira da Sanidade

Aqui reside a maior "pedra no sapato" do gestor escravocrata. A nova NR-1 joga luz sobre os riscos psicossociais.

O que são riscos psicossociais?

  • Assédio Moral: A humilhação constante como "método de gestão".

  • Sobrecarga Cognitiva: Metas impossíveis que ignoram os limites humanos.

  • Falta de Autonomia: Tratar o trabalhador como uma peça de engrenagem sem voz.

  • Desprezo pelo Humano: A cultura do "se não está satisfeito, tem mil querendo sua vaga".

O Olhar do Crítico Social: No Brasil, o lucro é muitas vezes erguido sobre o cadáver emocional do empregado. A fiscalização agora tem base legal para punir empresas que promovem ambientes de trabalho tóxicos.

Capítulo 3: Responsabilidades e Direitos (O Equilíbrio das Forças)

Para a Empresa (A Pequena e a Média também!)

Não adianta dizer "eu não sabia". A responsabilidade é integral.

  1. Informar: O trabalhador deve saber exatamente quais riscos corre (físicos e mentais).

  2. Agir: Identificou um risco? Tem que criar um plano de ação com prazos e responsáveis.

  3. Ouvir: A NR-1 exige a participação dos trabalhadores na identificação dos riscos.

Para o Trabalhador

  1. Direito de Recusa: Se a situação de trabalho apresenta um risco grave e iminente à sua vida ou saúde (inclusive mental), você tem o direito legal de interromper a atividade.

  2. Colaboração: Você também deve seguir as normas. A segurança é uma via de mão dupla, mas o comando da via é de quem detém o capital.

Capítulo 4: O Alerta Necessário: O Perigo da Sua Omissão

Trabalhador, preste atenção: a lei mudou para te proteger, mas ela exige a sua voz. O silêncio diante da injustiça é uma forma de conivência que pode se voltar contra você.

Por que a sua omissão é perigosa?

  • A Falha da Justiça: A fiscalização do MTE não é onipresente. Se você sofre assédio ou trabalha sob risco e se cala, você "valida" o erro do mau gestor. Sem denúncia ou registro, o Estado não consegue enxergar o crime.

  • Prejuízo no Futuro: Em um eventual processo trabalhista ou pedido de afastamento pelo INSS, a empresa poderá alegar que você "nunca se queixou" ou que "não havia riscos relatados". A sua omissão vira o argumento de defesa do patrão.

  • O Efeito Dominó: Quando você se cala sobre um ambiente tóxico, você condena o colega que virá depois de você a sofrer o mesmo (ou pior).

A Máxima do Especialista: Não seja cúmplice da sua própria destruição. Reportar riscos e abusos não é "intriga", é exercício de cidadania e autodefesa jurídica.

Capítulo 5: A Ética do Lucro vs. A Ética do Cuidado

Como filósofo, convido à reflexão: Uma empresa que só é viável se "escravizar" seus colaboradores é, na verdade, uma empresa falida moralmente.

Muitos pequenos empresários alegam que "não têm dinheiro para isso". No entanto, o custo de um processo trabalhista por danos morais ou o custo de um afastamento por Burnout é infinitamente superior ao custo de tratar as pessoas com dignidade.

A Nova Era: O lucro não justifica o desprezo. A hierarquia serve para organizar a produção, não para validar a humilhação.

Capítulo 6: Como Sobreviver à Fiscalização?

O poder público está se equiparando. A fiscalização não buscará apenas extintores de incêndio, mas registros de como a empresa lida com conflitos e pressão.

Dicas para Gestores Conscientes:

  • Documente tudo: O PGR não é um papel na gaveta, é um processo vivo.

  • Treine a Liderança: O maior risco da sua empresa pode ser o seu gerente autoritário.

  • Humanize os Processos: Pergunte-se: "Eu trabalharia sob esta condição?".

Conclusão: A Justiça como Prática Diária

A NR-1 é uma ferramenta de justiça social. Ela não resolverá todas as injustiças do Brasil — um país de herança colonial profunda —, mas ela dá armas para que o trabalhador não aceite ser apenas "mão de obra", mas sim um ser humano em atividade.

A justiça do trabalho não existe apenas nos tribunais; ela começa no chão da fábrica e na mesa do escritório, no momento em que um ser humano reconhece o outro como seu semelhante.

Este guia é uma base para consulta. Para implementações técnicas, consulte sempre um engenheiro de segurança ou médico do trabalho.

segunda-feira, janeiro 12, 2026

CARTA ABERTA: O ABISMO ENTRE O DISCURSO COLORIDO E O LIMBO ACINZENTADO

Aos Conselhos de Ética, Sindicatos e Organizações de Defesa dos Direitos Humanos,

Vimos, por meio desta, manifestar profunda indignação e denúncia contra a prática recorrente de negligência sistêmica travestida de responsabilidade social. Enquanto o calendário corporativo se pinta de branco em janeiro e de amarelo em setembro, prometendo acolhimento e escuta, as estruturas internas de muitas organizações e órgãos governamentais operam no sentido oposto: a invisibilização daqueles que, adoecidos pela própria engrenagem, são lançados ao que chamamos de "Limbo Previdenciário".

1. O Marketing da Empatia vs. A Realidade do Abandono

É inaceitável que empresas invistam em palestras motivacionais e semanas de SIPAT enquanto mantêm funcionários em estado de suspensão existencial. O "Limbo" não é apenas um vácuo burocrático; é uma ferramenta de tortura psicológica. Quando o médico do trabalho, a assistência social e a gerência silenciam diante de um trabalhador afastado há meses ou anos, eles não estão apenas falhando administrativamente — estão cometendo um ato de violência institucional.

2. O Limbo como Ferramenta de Assédio Moral

A ausência de contato, a negação de informações e o "jogo de empurra" entre empresa e previdência pública criam um cenário de aniquilação da subjetividade.

  • O Isolamento: O trabalhador deixa de ser um colega para se tornar um "problema jurídico".

  • A Indiferença: A falta de uma simples pergunta — "Como você está?" — por parte da gerência durante os eventos de "valorização da vida" revela a hipocrisia do discurso organizacional.

  • O Gatilho da Revolta: Esse abandono é o combustível para o agravamento da saúde mental, levando o indivíduo a estados de desespero onde a fronteira entre a desistência de si e a revolta contra o mundo se torna perigosamente tênue.

3. Exigências Necessárias

Não aceitamos mais "setembros amarelos" que não olham para o funcionário que está no subsolo ou em casa sem salário. Exigimos:

  • Protocolos de Acompanhamento Real: Que o serviço social e médico da empresa seja responsabilizado pela manutenção do vínculo humano durante o afastamento.

  • Transparência Ética: Que o investimento em campanhas de marketing de saúde mental seja proporcional ao investimento em condições reais de trabalho e higiene.

  • Fim da Banalidade do Mal: Que o assédio moral, inclusive por omissão, seja punido com o rigor que a destruição de uma vida exige.

O mundo chama de "terrorista" ou "louco" aquele que explode diante da injustiça, mas silencia sobre a violência silenciosa das instituições que retiram o pão, a dignidade e a identidade do trabalhador. A empatia não é uma cor no calendário; é uma prática de justiça.


Recomendação de Leitura

Para aqueles que desejam verdadeiramente compreender o peso da invisibilidade e a necessidade urgente de resgatar o humano nos escombros das organizações, recomendamos a leitura de "Somos todos humanos: O livro que me leu", de Raimundo J. Ferreira. A obra é um manifesto de resistência contra a despersonalização. Ferreira escreve para aqueles que foram ignorados pelas gerências e esquecidos pelos sistemas. É um livro que não apenas se lê, mas que "nos lê", escancarando as feridas do silêncio e oferecendo o reconhecimento da nossa humanidade como o único caminho possível para a reconstrução da dignidade.

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terça-feira, janeiro 06, 2026

Assédio Moral no Trabalho: Uma Realidade Dolorosa

 O assédio moral no trabalho é uma forma de violência psicológica que pode causar danos profundos à saúde mental e emocional das vítimas. Manifesta-se através de comportamentos abusivos, repetitivos e prolongados, como humilhações, intimidações, discriminações, isolamento e sobrecarga de trabalho.

É fundamental reconhecer os sinais do assédio moral e oferecer apoio às vítimas. Ninguém merece ser submetido a um ambiente de trabalho hostil e desrespeitoso.

O Impacto Devastador do Assédio Moral

O assédio moral não afeta apenas a vítima diretamente, mas também o clima organizacional e a produtividade da empresa. As consequências podem incluir:

  • Para a vítima: Ansiedade, depressão, síndrome de burnout, baixa autoestima, problemas de saúde física, isolamento social e, em casos extremos, até mesmo suicídio.

  • Para a empresa: Queda na produtividade, aumento do absenteísmo, rotatividade de funcionários, processos judiciais e danos à imagem institucional.

Construindo um Ambiente de Trabalho Humanizado: Um Dever de Todos

A gestão humanizada é um modelo de administração que valoriza o bem-estar, o desenvolvimento e a dignidade dos colaboradores. Em um ambiente de trabalho humanizado, o respeito, a empatia e a colaboração são pilares fundamentais.

É preciso que as empresas invistam em políticas e práticas que previnam e combatam o assédio moral, promovendo uma cultura de respeito e valorização das pessoas. Algumas medidas importantes incluem:

  • Canais de denúncia seguros e confidenciais.

  • Treinamentos sobre assédio moral para todos os colaboradores.

  • Ações de conscientização e sensibilização sobre o tema.

  • Apoio psicológico e jurídico para as vítimas.

  • Punição exemplar para os assediadores.

Inspiração Literária: 'SOMOS TODOS HUMANOS: O livro que me leu'

O livro SOMOS TODOS HUMANOS: O livro que me leu do autor Raimundo J. Ferreira, disponível no Clube de Autores e na Amazon, oferece uma reflexão profunda sobre a importância da humanização nas relações interpessoais, inclusive no ambiente de trabalho. A obra nos convida a repensar nossos valores e atitudes, incentivando a prática da empatia, do respeito e da compaixão.

Através de relatos emocionantes e inspiradores, o autor nos mostra que todos nós somos capazes de fazer a diferença na vida das pessoas, construindo um mundo mais justo e solidário. A leitura deste livro é um convite à transformação pessoal e profissional.

Como Ajudar Vítimas de Assédio Moral

Se você conhece alguém que está sofrendo assédio moral no trabalho, ofereça seu apoio. Escute com atenção, mostre que você acredita na pessoa e incentive-a a buscar ajuda profissional e a denunciar o agressor. Lembre-se: o silêncio só fortalece o assediador.
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segunda-feira, janeiro 05, 2026

As implicações legais internacionais do ataque de Donald Trump: Um ataque estrangeiro e da captura de um chefe de Estado

Caso se confirme que uma potência militar realizou um ataque direto à Venezuela e capturou seu presidente em exercício, o episódio configuraria um dos mais graves precedentes jurídicos internacionais do século XXI.

Violação da soberania nacional

O princípio da soberania é pedra angular do Direito Internacional Público. Está consagrado:

  • na Carta das Nações Unidas (art. 2º)

  • no princípio da não intervenção em assuntos internos de Estados soberanos

Um ataque militar sem autorização explícita do Conselho de Segurança da ONU caracteriza, em regra, ato de agressão internacional.

Captura de chefe de Estado: sequestro ou ato de guerra

A captura de um presidente em exercício por forças estrangeiras:

  • pode ser enquadrada como ato de guerra

  • pode configurar sequestro internacional

  • viola normas de imunidade de chefes de Estado

Mesmo líderes acusados de crimes internacionais não podem ser capturados unilateralmente por outro país fora de um mandato internacional legítimo.

Responsabilização internacional

Caso os fatos sejam comprovados:

  • o Estado agressor pode ser denunciado à Corte Internacional de Justiça

  • autoridades envolvidas podem ser alvo de processos em tribunais internacionais

  • sanções multilaterais podem ser impostas

Conclusão jurídica:
não existe “intervenção legal” sem mandato internacional claro. Fora disso, trata-se de força bruta travestida de discurso moral.


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O Ataque Que Sacudiu a América Latina: Ataque dos EUA à Venezuela e o futuro incerto da região

Jornalismo de Plantão

A madrugada que sacudiu a América Latina: ataque dos EUA à Venezuela e o futuro incerto da região

Enquanto a maioria dos povos ainda afagava esperança com os primeiros raios de 2026, a madrugada de 3 de janeiro virou notícia global por razões que só poderiam sair de um roteiro de cinema político — se não fossem perturbadoramente reais. Explosões foram ouvidas em Caracas por volta das 3h (horário local), e o governo dos Estados Unidos anunciou ataques militares de grande escala à Venezuela, culminando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, segundo declaração oficial do presidente americano Donald Trump. VEJA+1

Uma operação que acordou o continente

Ao amanhecer, vídeos e testemunhos multiplicaram-se: explosões soaram em bairros e áreas militares de Caracas, aeronaves sobrevoaram a capital e, horas depois, Donald Trump usou sua rede social para dizer que a operação foi um “sucesso” e que Maduro e a primeira-dama foram capturados e levados para fora do país. VEJA

Do outro lado, o governo venezuelano recusou-se a confirmar esse relato e pediu prova de vida dos dois, classificando os ataques como uma “grave agressão militar” e prometendo resistência. Diário do Povo

O que isso significa para nós — e para o resto da América do Sul?

Antes de mergulharmos no lado irônico da situação, vamos aos fatos: um ataque militar de um país contra outro — especialmente quando envolve captura do chefe de Estado — é algo que não se via na região há décadas. É um terremoto geopolítico com impacto direto em:

  • Estabilidade regional: países vizinhos, como Colômbia e Brasil, já se mobilizam diplomaticamente e militarmente diante da possibilidade de fluxos migratórios e crises humanitárias. The Guardian

  • Soberania nacional: a operação americana levanta questões sobre a legalidade internacional — um tema que líderes e juristas reiteram será debatido nas próximas semanas.

  • Economia e recursos naturais: a Venezuela continua a ser um dos países com maiores reservas de petróleo e minerais estratégicos do continente.

Humor crítico? Sim — mas com senso de gravidade

Agora, com licença para uma dose de ironia jornalística:

Enquanto muitos ainda sonhavam com “O ano em que não houve guerra”, o noticiário decidiu trazer algo como “O Despertar dos Canhões”. Foi como se o calendário tivesse uma linha cruzada entre 2 e 3 de janeiro que dizia: “A paz é overrated — vamos testar protocolos de crise logo no primeiro fim de semana do ano.”

E não faltam legendas prontas:
“Será que, em vez de fogos de artifício, deveríamos ter distribuído manuais de sobrevivência geopolítica à população?”

Brincadeiras à parte, não estamos falando de roteiros conspiratórios, mas de dinamismos reais e perigosos que podem alterar alianças diplomáticas, trafegar fronteiras e trazer impactos diretos ao Brasil e aos países vizinhos.

O Brasil acordou para a realidade — cedo demais

O Itamaraty convocou reunião de emergência para discutir a situação, e autoridades brasileiras adotam tom cauteloso, afirmando que “é cedo para qualquer atitude” enquanto buscam informações concretas. SBT News

Então fica a pergunta que ninguém queria responder na virada:
vamos continuar de costas para o que está acontecendo ao nosso redor, de chinelo e guarda-sol na areia, ou vamos debater — de forma realista — as implicações desses eventos?

Conclusão provisória (porque a história ainda está sendo escrita)

Este ataque militar e a captura alegada de um presidente estrangeiro não são apenas manchetes: são catalisadores de novas dinâmicas políticas, constituindo um desafio direto à ordem internacional e à autonomia dos povos da América Latina.

A partir de agora, os próximos capítulos — na ONU, nas embaixadas regionais e nas ruas de Caracas — vão definir se 2026 será lembrado como “o ano da paz” ou “o ano em que acordamos para uma nova realidade geopolítica”.

E, como sempre:
jornalismo responsável — bem informado e atento ao contexto — é o farol que precisamos nesta madrugada global incerta.

domingo, novembro 08, 2015

Êxodo 34



8 - E Moisés apressou-se, e inclinou a cabeça à terra, adorou,
9 - E disse: Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, vá agora o Senhor no meio de nós; porque este é povo de dura cerviz; porém perdoa a nossa iniqüidade e o nosso pecado, e toma-nos por tua herança.
10 - Então disse: Eis que eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor; porque coisa terrível é o que faço contigo.
11 - Guarda o que eu te ordeno hoje; eis que eu lançarei fora diante de ti os amorreus, e os cananeus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus e os jebuseus.
12 - Guarda-te de fazeres aliança com os moradores da terra aonde hás de entrar; para que não seja por laço no meio de ti.
13 - Mas os seus altares derrubareis, e as suas estátuas quebrareis, e os seus bosques cortareis.
14 - Porque não te inclinarás diante de outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; é um Deus zeloso.
15 - Para que não faças aliança com os moradores da terra, e quando eles se prostituírem após os seus deuses, ou sacrificarem aos seus deuses, tu, como convidado deles, comas também dos seus sacrifícios,
16 - E tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se com os seus deuses, façam que também teus filhos se prostituam com os seus deuses.
17 - Não te farás deuses de fundição. Êxodo 34:8-17



domingo, março 15, 2015

Manifestação _ Saiba quem são os donos do gado

Veja quem patrocina a queda do governo. São eles que mandam em você. Siga os links:
Os donos do gado

Manifestação do dia 15 é financiada por R$ 1 milhão no Piauí - Capital Teresina

Manifestações marcadas para o dia 15 contra a presidente Dilma são patrocinadas por empresários, além de tudo, esses empresários estão pressionando seus funcionários a aderirem

Confira o artigo original no Portal Metrópole: 

http://www.portalmetropole.com/2015/03/empresarios-patrocinam-manifestacoes.html#ixzz3UT3KhZp8

quarta-feira, junho 25, 2014

Mahara Brasil: Poetray convida para uma leitura diferente

Nosso tempo         Um minuto, por favor




Mahara Brasil: Poetray convida para uma leitura diferente: Ray Poetray nos convida para conhecer seus versos intimistas. A poesia, segundo ele, é a melhor forma de falar de sentimentos. Confira na página do autor...
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terça-feira, março 05, 2013

Veja como participar do programa Ciências Sem Fronteiras


Até 2015 o Governo Federal quer distribuir 101 mil bolsas, mas o domínio da língua inglesa é uma das barreiras enfrentadas pelos alunos.

Até 2015 o Governo Federal quer distribuir bolsas para 101 mil alunos de universidades estudarem no exterior. É o programa Ciência Sem Fronteiras, que enfrenta uma barreira. Dominar a língua inglesa é uma das exigências de muitas universidades do exterior. Por isso, alunos que participam do programa do governo estão correndo para tentar aperfeiçoar o idioma.
Reportagem exibida no bom dia brasil. Veja completa: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil

quinta-feira, dezembro 06, 2012

FRASES DE OSCAR NIEMEYER


Camus diz em 'O Estrangeiro' que a razão é inimiga da imaginação. Às vezes, você tem de botar a razão de lado e fazer uma coisa bonita.
(OSCAR NIEMEYER)


A Arquitetura não muda nada. Está sempre do lado dos mais ricos. O importante é acreditar que a vida pode ser melhor
(OSCAR NIEMEYER)


A Humanidade precisa de sonhos para suportar a miséria; nem que seja por um instante.
(OSCAR NIEMEYER)


A direita quer manter este clima de poder, de injustiça social e de subserviência ao império norte-americano.
(OSCAR NIEMEYER)


A gente precisa sentir que a vida é importante, que é preciso haver fantasia para poder viver um pouco melhor.
(OSCAR NIEMEYER)


A gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem.
(OSCAR NIEMEYER)


A luta por uma sociedade mais justa não pode se perder no tempo.
(OSCAR NIEMEYER)


A miséria existe. E a burguesia brasileira, que é das mais atrasadas, está sentindo isso na pele pela primeira vez. A chance de mudança está aí, nesta situação-limite. E há o inesperado, com o qual devemos contar. Um dia, lá em Paris, Sartre me disse que gostava de ter dinheiro no bolso para dar esmola. O sujeito chegava, Sartre dava um dinheirinho e quase agradecia por isso. Mudei minha opinião sobre a esmola. Como dizia o padre Teillard Chardin, quando ser for melhor que ter, estará tudo resolvido no mundo.
(OSCAR NIEMEYER)


A vida pode mudar a arquitetura. No dia em que o mundo for mais justo, ela será mais simples.
(OSCAR NIEMEYER)


A vida é importante; a Arquitetura não é. Até é bom saber das coisas da CULTURA, da pintura, da arte. Mas não é essencial. Essencial é o bom comportamento do homem diante da vida.
(OSCAR NIEMEYER)

sexta-feira, novembro 30, 2012

Lista negra do Procon tem 200 sites de compra pela Internet


A Fundação Procon-SP divulgou uma lista nesta quarta-feira com 200 sites de compra online que devem ser evitados - alguns domínios estão fora do ar, mas outros ainda permanecem ativos.

A lista foi feita com sites que receberam reclamações no Procon relativas ao não recebimento de mercadorias já pagas e ao envio de produtos de qualidade inferior ao prometido. "Não conseguindo falar com os sites, os consumidores nos procuram. Em seguida, nós mandamos notificações para os donos das lojas, mas não é raro que essas notificações voltem, pois os dados das empresas não batem com o que está registrado na Receita Federal. Muitas dessas empresas são de fachada", diz o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes.

Segundo Góes, a lista é um alerta para que os compradores não caiam nas armadilhas dos sites enganosos. "A internet não é um ambiente seguro, qualquer um pode colocar um site bonito no ar. O problema é que, após uma compra malfeita, são poucos os casos que conseguem ressarcimento do prejuízo, já que é muito difícil achar osresponsáveis pelas fraudes", diz.

A recomendação do diretor executivo do Procon-SP é que o comprador tente sempre usar o cartão de crédito,modalidade em que é possível fazer o cancelamento da compra.

"É sempre bom ficar desconfiado de sites que só aceitam o pagamento por débito em conta corrente ou por boleto bancário. O melhor é usar o cartão de crédito, pois, caso se verifique algo errado com o processo de compra, é possível cancelar o pagamento com as administradoras do cartão", afirma Góes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

sábado, setembro 29, 2012

Adeus Hebe


Diga a Deus Hebe
O tempo é primavera
Estação das flores
E se dar como penhores da mais bela os encantos,
É desencanto
Pra quem fica em pranto
E desaprendeu a chorar.


Era, acaso, esse o propósito
Ceifar-nos a flor e as sementes
Sem dar-nos nesse entrementes
Outro espécime de virtude?


Peça-O que ao menos nos ajude
Sorver da vida o cálice amargo
Sem as rimas do teu nome
E a melodia do beijo sagrado.


Diga a Deus Hebe
“Muitíssimo obrigado”.


quinta-feira, setembro 27, 2012

A História da Lego

Pra nós da periferia



O dia se torna indigesto
Para quem mora na periferia
Se nas primeiras horas do dia
Noticias tem d’algum protesto.

O caçula fica sem o beijo
Falta cuidados pro cão,
E saindo de vestes errada
Precipita-se ao trancar o portão.

O bom senso perde pra aflição
Prevê-se a perda de salário
E status na obrigação.

Se nem mesmo o pão de queijo, tapioca, café ou chimarrão
Muda a cara do dia,
O que diria você, no caso de demissão?


São Paulo tornara-se um caos
Perde-se o rumo toda a estrutura
E a política de má postura
Gerencia-nos para mau.

Uma cidade não é feita apenas de bens
De valores da bolsa e concreto
Importantes são pequenos itens
De valores supremos, porém discretos.

Contudo, apesar de todos os defeitos
Todos guardam São Paulo no peito
Como família, cidade, ou nação;

E a cada político eleito
Espera-se resgatar o respeito
Do estado e população.

A CPTM encurtou os trens
A viagem ficou mais demorada
E no percurso com muitas paradas
Rouba-nos a dignidade também.

Os ônibus em horário de pico não param
Nos pontos de grande movimento,
E o caos provocado naquele momento
Afeta a qualquer cidadão;

E em meio a tantos juros e impostos
Revelam-se culpados e supostos
Formadores de corrupção.

E no fim das contas só aumenta o dilema
E tudo não passa de um novo tema
Que repercute e envergonha a nação.